Edição n.º 102/2003
17 de Março de 2003. Distribuída a 2252 subscritores.
Podem também interessar-lhe as seguintes edições:
BONUS TRACK:
O problema que lhe coloquei é a não importação de certificados digitais do
Managerland (Bcp), que lamentavelmente e em conjunto com o departamento
técnico deste serviço nomeadamente através do Sr. Paulo Ambrósio tenho
tentado resolver desde há meses. A única sugestão que me forneceram por
desconhecimento técnico assumido do mundo mac, só me sugerem como solução a
instalação do VPC.
Sendo um serviço de tanta utilidade para qualquer gestor que teime em
utilizar somente "mac para todo o serviço", preciso de um help.
Grata pela atenção que desde já me dispensou.
Um abraço.
Paula Faria
Alguém tem experiência deste ManagerLand? Obrigado
1. O estranho caso do Downloadius Interruptus (DOWNLOAD)
2. Problema com Toast (GRAVAÇÃO)
3. A penetração da Internet (INTERNET)
4. As minhas aventuras com a Internet por cabo (NETCABO)
5. Problemas com iLife (iLIFE)
6. Vendo material (VENDO)
7. As minhas aventuras com a DGCI (DGCI)
8. Sobre a mudança de regiões (DVD)
9. Vendo material (VENDO)
10. As que não cabiam noutro lado (RÁPIDAS)
11. Sobre partilha de impressoras (PARTILHA)
12. Um emissor de FM para iPod (iTRIP)
13. À procura de drivers (DRIVERS)
14. Sobre o browser Safari (SAFARI)
15. Sobre novos processadores (PROCESSADORES)
16. O silêncio dos novos PowerMac (RUÍDO)
17. Sobre imprensa Apple (MACGUIA)
18. Sobre calibração de cor (CALIBRAÇÃO)
19. Visibilidade Apple (VISIBILIDADE)
20. Pergunta sobre a aplicação Mail (MAIL)
-------------
1. DOWNLOAD ?
-------------Infelizmente hoje aconteceu-me o mesmo mas só de downloads de 7Mgz para
cima. Chegava-me a 60% do download parava e começava a descodificar
para logo a seguir me informar que o método de compressão utilizado no
ficheiro em questão não era conhecido pelo descodificador e logo a
seguir dava erro -128.
Telefonei para a Netcabo em busca de uma explicação mínima e
prontamente me informaram que não utilizavam proxies, logo o problema
não era esse. Tentei no entanto a tal aplicação "wget" e funciona sim
senhor, mas só se não for um download através de "form" como p.e. o
Real Player 1.
Renato Henriques (Lisboa)
O problema, acabei de confirmar, mantem-se. Tenho andado a evitar
telefonar para as criaturas mas creio que mais cedo ou mais tarde vai
ter de ser. O "wget" (obrigado M. Arroz) configura-se como uma
solução de recurso ou até mesmo definitiva, quando instalar o 10.2 (é
uma app jaguar). Tenho usado com sucesso uma trial do Speed Download
http://www.yazsoft.com/ sim é shareware e o pessoal da yaz não brinca
em serviço :)
thanks for all the fish!
JC
-------------
2. GRAVAÇÃO ?
-------------
O tostas 5.2 só dá em G4.
Para G3 o máximo é 5.1.4
BigmacCaro Bigmac,
Não sei onde foi a ideia de que o Toast 5.2 só funciona em Macs com o
processador G4, no entanto essa afirmação está completamente errada.
Eu tenho o Toast 5.2 a funcionar num PowerBook G3 sem qualquer
problema. Além disso se for à página da Roxio
(http://www.roxio.com/en/products/toast/system_requirements.jhtml)
poderá ver que o Toast 5.2 é compatível com qualquer PowerMac com o
sistema 9.1 ou superior e no mínimo 16 Mb de RAM.
Acho que devemos ter algum cuidado antes de fazer este tipo de
afirmações pois ao dar informações erradas não só não estamos a
resolver as dúvidas de quem escreveu para a ML a pedir ajuda como
podemos estar ainda a tornar o problema mais complicado.
Cumprimentos,
Jorge Anjos
?/?
O tostas 5.2 só dá em G4.
Para G3 o máximo é 5.1.4Ora bolas, alguém se esqueceu de avisar o meu 8500 (c/ upgrade G3) que
não é um G4... ele deve estar convencido que é, pelo menos o Toast 5.2
funciona impecável... :-\
Cumprimentos
MacFilipe
?/?
Meus caros, meus caros...
Quanta malícia nesses coraçõezinhos... :) Não é uma versão pirateada,
embora realmente o suporte da Roxio já resolveu tudo! :)
resposta:
O tostas 5.2 só dá em G4.
Para G3 o máximo é 5.1.4
Bigmac
Olhe que não, olhe que não !
Uso o Toast 5.2 num iMac DV SE G3 e funciona bem. Talvez quisesse dizer
que funciona apenas no OS X não ?
Nuno C
?/?
Big, big mistake.
O Toast 5.2 funciona perfeitamente em G3, nem faria qualquer sentido
não funcionar.
Cumprimentos,
Luis Santos Marques
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3. INTERNET ?
-------------
Eu não consigo acreditar que METADE da população portuguesa esteja
ligada...
Não será por acaso metade da população que tem equipamento
informático?... isso já não custa assim "tanto" a acreditar...
Cumprimentos,
MacFilipeAinda se assim fosse, eu não acredito...
?/?
Eu não consigo acreditar que METADE da população portuguesa esteja ligada...
Claro que não está!
Basta pensar quantas das 5 milhões de ligações contabilizadas são de
empresas, de instituições governamentais, escolas, etc... estes números
assim, não querem dizer nada porque se referem a máquinas e não a pessoas. E
nem sequer sei se os números se referem a ligações "de facto", ou a máquinas
ligadas. Suspeito, pelos números, que seja a segunda hipótese, que faz com
que, aqui em casa se contabilizem 2 ou 3 ligações (dependendo das alturas e
das visitas) quando existe de facto uma ligação, partilhada por um router.
Isto passado à escala empresarial explica parte destes números
milionários... ou não?
Seja como for, se os números dissessem respeito a pessoas, seriam bem
diferentes. Aliás era interessante comparar os dois valores (nº de máquinas
ligadas e nº de pessoas abrangidas) e ter um mapa de distribuição das
pessoas pelas máquinas e da distribuição geográfica das máquinas pelo
país...
Esta história da estatística é sempre muito traiçoeira.
E atenção: 260 mil ligações de banda larga (cabo e ADSL) e não 260 mil
ligações ADSL...
Dá também vontade de pedir um mapa com a distribuição geográfica destas
ligações. :)
"Estamos na Europa civilizada!" e on-line!
Abraços digitais,
João M.
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4. NETCABO ?
------------
Com o Safari consigo ver sem qualquer problema a página da TV Cabo e
aceder ao tal sub-menu. Também testei com o Internet Explorer e
funcionou na mesma, se bem que com alguns erros na página (não na área
do menu). Presumo que Netscape e outros browsers baseados no Mozilla
funcionem como o Safari.
Esta última frase pode deixar dúvidas no ar... o Safari não é baseado
no Mozilla (motor Gecko), é sim baseado no Konqueror (motor KHTML)...
Fica o esclarecimento.
Cumprimentos,
MacFilipe
?/?
http://maps.netcabo.pt
é um acesso direto.
Boa sorte
MCarmo
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5. iLIFE ?
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comprei o software ilife e não consigo instalar nada do que me
interessa (idvd, iphoto e imovie) porque o instalador detectou a
existência de uma versão (presumo do itunes que é a 3.0.1) superior à
existente no ilife e por essa razão não me deixa avançar com qualquer
instalação. alguém me pode ajudar?
j jesusA solução é simples, basta deitar fora a versão do iTunes que está
instalada (para isso ir às aplicações e arrastar o icon do iTunes para
o lixo), instalar as aplicações do pacote iLife e depois se necessário
fazer o update para a versão mais recente com o Software Update (que
está nas System Preferences).
Não se preocupe com o risco de perder as músicas que tem guardadas pois
estas estão noutro sítio (Users->Documents->Music->iTunes).
Cumprimentos,
Jorge Anjos
?/?
comprei o software ilife e não consigo instalar nada do que me
interessa (idvd, iphoto e imovie) porque o instalador detectou a
existência de uma versão (presumo do itunes que é a 3.0.1) superior à
existente no ilife e por essa razão não me deixa avançar com qualquer
instalação. alguém me pode ajudar?
j jesusjá tentou apagar a versão do itunes e ficheiros relacionados que tem no
disco e depois proceder à instalação do iLife ?
Nuno C
?/?
comprei o software ilife e não consigo instalar nada do que me
interessa (idvd, iphoto e imovie) porque o instalador detectou a
existência de uma versão (presumo do itunes que é a 3.0.1) superior à
existente no ilife e por essa razão não me deixa avançar com qualquer
instalação. alguém me pode ajudar?
j jesus
Talvez apagar o rasto do iTunes3, instalar o iLife, e depois voltar a
instalar o iTunes3?
Mas acho estranho...
LE
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6. VENDO ?
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Com o preço k voçê pede pelos 2 discos eu compro um de 80 Gb a 7200
rpm e
fico mais bem servido.
Antes de tentar vender tem k ver o preço dos novos.
Discos de 80 GB a 45 euros?... Fiquei sem palavras.
Cumprimentos,
MacFilipe
?/?
Caro Bigmac, não estaremos a confundir Euros com Contos?
Tiago Silva
?/?resposta:
Com o preço k voçê pede pelos 2 discos eu compro um de 80 Gb a 7200
rpm e
fico mais bem servido.
Antes de tentar vender tem k ver o preço dos novos.
Bigmac
Qual é o seu fornecedor?
O mais barato que vi foi 105 euros. Acho que todos queremos saber!!!!
AAC?/?
Gostaria de adicionar o seguinte produto para venda na ML.1. Descrição: Disco portátil de 20 GB USB 2.0
2. Preço: 125,00
3. E-mail: filipepereira.01@netc.pt
4. Telefone: 919831710
Obrigado,
Com os melhores cumprimentos,
Filipe Pereira
?/?
resposta:
Com o preço k voçê pede pelos 2 discos eu compro um de 80 Gb a 7200
rpm e
fico mais bem servido.
Antes de tentar vender tem k ver o preço dos novos.
Bigmac
Caro Bigmac,
em que loja(s) é que se podem comprar discos de 80GB (bytes e não bits,
suponho) por 45euros?
Agradecido,
João Bruno Nunes Correia---------
7. DGCI ?
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olá
Não percam tempo. Já o ano passado tentei e verifiquei que nunca iria
funcionar (já enviei outro email a explicar). Talvez, a única forma de
colocar declarações electrónicas para a DGCI seja usar o virtual pc
para correr a versão Windows do IE, e mesmo assim é necessário
seleccionar algo nas preferencias para tudo funcionar bem.
AAC
?/?
Infelizmente eu também não consegui. Há dois anos consegui enviar utilizando o
Netscape no Mac OS. O ano passado, a DGCI mudou o sistema e já não consegui
enviar com o Mac OS. Tive de utilizar o Virtual PC. Este ano voltaram a mudar o
sistema. E nem consegui enviar com o Virtual PC. Resultado: Foi em papel.
Penso que seria importante alguma atitude concertada por parte da comunidade de
utilizadores de Mac em Portugal. No site deles enumeravam os mais variados
flavors de Windows como tendo sido testados. Podiam ter testado no Mac
também!!!
Ainda por cima a Direcção Geral que faz aquilo (DGITA ) tem um quadro de
centenas de pessoas, entre programadores e dirigentes. Não há um tipo que
perceba de macs no meio daquilo tudo?
Cumprimentos,
Pedro Santos--------
8. DVD ?
--------
Não está em nenhum decreto (que eu saiba, mas honestamente não me
espantaria
se estivesse...). Sendo, como se diz, um acordo entre fabricantes,
também me
faz uma certa confusão que haja N leitores "region free"...
Aqui no Brasil foi apresentada uma lei no Congresso para que se proibam
os tais códigos. Não sei que fim levou.
[]'s
Francis
?/?
Cuidado com essas alterações que têm um limite de vezes, pq às tantas
fica-se com o leitor "preso" na região da China, p.ex. e isso não dá muito
jeito...
Sendo certo que, normalmente, os leitores de DVD são "bloqueados" a uma
região, é óbvio (ou pelo menos, lógico) que fisicamente sejam iguais, já que
assim poupam-se custos nas linhas de produção.
Assim, a maioria dos leitores de DVD podem ser alterados via software,
normalmente através da alteração do "firmware" do aparelho. Podemos alterar
para a região que quisermos, ou colocá-lo em "region free".
É fácil encontrarmos isso pela net, se pesquisarmos.
Se estivermos a falar de leitores de mesa ainda é mais fácil, já que a
maioria deles podem ser alterados directamente no leitor, através do próprio
telecomando. Pressionando uma determinada combinação de teclas seguidas
(assim tipo os "cheats" da Playstation :)) temos acesso a um menu "secreto"
em que podemos fazer essa alteração.
Atenção, não me debrucei sobre a legalidade destas alterações, mas presumo
que esta matéria não esteja legislada (no seguimento da reflexão do Pedro
Aniceto).
Por último informo que procedi a essa alteração no meu leitor de mesa e que
funcionou impecavelmente.
Como já disse antes, é só pesquisar; vão ficar surpreendidos com a
facilidade de encontrar. www.google.com
José Pedro Filipe
?/?
Penso que os únicos fabricantes interessados nesta castração dos nossos
direitos são os que têm ligações com produtoras de conteúdos (Sony, Philips,
por exemplo). É que para essas grandes marcas a liberalização é só quando
interessa... Daí ser dificil encontrar leitores multizona dessas marcas, mas
ser possível encontrar leitores multizona de marcas "independentes".
Tanto pior para as marcas castradoras. É da maneira que perdem negócio. Já
comprei o meu leitor multizona de salão.
Cumprimentos,
Pedro Santos
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9. VENDO ?
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VENDO ZIP 250 (versão com adaptador de corrente) + 1 Disco 250MB + 6 Discos
100MB
Preço: 180 Euros
Contacto: jlucio@mac.com
Cumprimentos,
João Lúcio
Uma pequena nota sobre este anúncio. O João tinha-me pedido a correcção do
preço (200 para 180) mas eu esqueci-me de a fazer. Assim, sendo, a culpa de
este mesmo anúncio ter saído com o preço errado é minha e eu mesmo aplicarei
às minhas costas as chicotadas necessárias...
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10. RÁPIDAS ?
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...
Quem foi o engraçadinho que me fez desaparecer o teclado?
Cumprimentos
PA
P.S.- Acho que vou fazer uma inconfidência, já que estamos a falar de
magia... Existe, nesta Mailing List, um outro subscritor que já me
confidenciou ser o detentor do maior "arsenal" de objectos relativos ao
ilusionismo de que há memória na Europa, quem sabe se no mundo (mas
isto já
sou eu a especular...). Quem sabe se este espólio não daria "pano para
mangas" num site a dedicado ao ilusionismo... Mas isto sou eu a dizwr
que
gosto de...
DEVOLVAM-ME A MÁQUINA!!!deixa-te de brincadeiras homem, pede ao Luís os números do totoloto :))
Ana Paula Ferreira
Não! Eu estou a pensar pedir ao Luís que se encarregue de me fazer
desaparecer uma série de pessoas, mas ainda não acabei a lista! :)
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11. PARTILHA ?
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Boa tarde,
Sugiro:
- LPD/LPR Host or Printer (smb://nameofserver/nameofshare)
O campo de baixo aceita escritura (de smb:// em vez de lpd://).
Agradeço informação se funciona, uma vez que terei de resolver o mesmo
problema com impressora acessível só atravez de PC em rede NT.
Boa sorte,
Tony Blair (PA)
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12. iTRIP ?
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Comprei ontem no Porto um emissor de FM por 15euros.
Ainda não experimentei, não é tão bonito como o iTrip, mas para já
parece-me uma boa solução.
Tem três frequências que podem ser ajustadas com um fine tuning e é
alimentado por duas baterias AAA.
Encontrei-o na primeira loja de electrónica em que entrei.... e essa loja foi?...
Armando Vilas Boas
Comprei em princípio a mesma coisa na Dimofel da Av. da Liberdade em
Lisboa. Preço e características coincidem. A qualidade deixa a desejar, mas
talvez não se possa exigir mais. Do iTrip pelo menos espero melhor qualidade
de som... embora no meu Fiat o barulho da correia da ventoinha disfarce
muita coisa! Mig-LSD.
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13. DRIVERS ?
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Muito se tem falado aqui de drivers (para impressoras,
scanners, ratos...). Pois bem, e drivers para discos externos USB?
Alguém sabe se há drivers genéricos para OS 9.X?
José LC Ferreira
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14. SAFARI ?
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Vocês são lixados... A versão V.62 de que fala o mw não é, repito, não
é
(pelo menos à hora a que escrevo) uma versão oficial. Falar da V.62 só
causa
confusão na cabeça das pessoas que não fazem a mínima ideia onde a
arranjar.
Quando a Apple a disponibilizar pelas vias normais (download) aí sim.
Até lá
não me confundam as pessoas, porque, a cada vez que se dá um fenómeno
destes
perco HORAS ao telefone com pessoas que me ligam a reclamar não terem
ainda
recebido nenhuma informação sobre estas "versões". Pensem nisso, ok?
Obrigado
É muito estranho que hajam essas fugas de software beta (Safari v62 e
v64) quando a equipa do Safari é tao reduzida (pouco mais que uma
dezena de programadores), em que não deveria ser dificil fazer um
controlo apertado... É certamente uma boa maneira de testar betas sem
as pessoas poderem queixar-se de problemas do tipo "O Safari apagou-me
todas as partições que tinha!!" Boa tática da parte da Apple (na minha
opinião). ;)
Cumprimentos.
--
Leonel Martins
(Moloch no #macintosh)
-------------------
15. PROCESSADORES ?
-------------------
Interessa me pouco a comparação com P4 visto serem duas arquiteturas
bastante diferentes. Mas a comparação com o G4 que tem por volta dos
350 a 400 nos mesmos testes já me diz qq coisa :).
E isto NÂO é representativo de toda a performance do processador... só
testa a parte matemática do processador.
Daniel Correia
Curiosamente, a abordagem técnica do PPC970 está mas similar à do
Pentium 4 que à do G4 no que toca as pipelines (comprimentos e
capacidade de instruções que se encontram num determinado momento no
processador), que eram muito reduzidos no G4. Contudo o P4 é capaz de
tratar um instrução por ciclo (retendo por ciclo 126 instruções -
pipeline de 20 "stages"), o G4 4 instruções por ciclo (retendo 16
instruções - 7 pipeline stages) e o PPC970 8 instruções (retem 200
instrucoes (!!) - 16 pipeline stages).
Um artigo muito interessante com isto e muito mais aqui:
http://arstechnica.com/cpu/02q2/ppc970/ppc970-1.html
Cumprimentos.
--
Leonel Martins
(Moloch no #macintosh)?/?
Interessa me pouco a comparação com P4 visto serem duas arquiteturas
bastante diferentes. Mas a comparação com o G4 que tem por volta dos
350 a 400 nos mesmos testes já me diz qq coisa :).
E isto NÂO é representativo de toda a performance do processador... só
testa a parte matemática do processador.
Daniel Correia
Se o G4 é rápido nas instruções multimedia (Altivec), mas é lento nas
partes matemáticas, imagina agora o PPC 970, que tem as mesmas
instruções multimédia e é rápido também nas funções matemáticas.
-- Tiago Fael -----------
16. RUÍDO ?
-----------
Caramba, que vocês são exigentes e nunca estão contentes!!
Por um lado, neste problema do ruído dos MDD, a Apple tem a sua dose de
razão uma vez que nunca enganou ninguém. Nunca disse que os PowerMacs
eram silenciosos e o PA diz que os níveis de ruído sempre vieram bem
explícitos nas especificações técnicas das máquinas. Por outro lado,
acho que todos aqui sabemos que uma das características sobre a qual a
Apple se gosta muito de vangloriar é o nível de ruído muito baixo ou
mesmo inexistente em alguns Macs e, como tal, quando se compra um toda
a gente espera um funcionamento a tender para o silêncio e daí as
queixas dos utilizadores.>
Resumindo, há muita gente descontente com o ruído do seu mac, ruído
esse que não é defeito nenhum, nem esporádico nem defeito geral de
fabrico. A Apple ouviu e propôs as trocas para quem está realmente
descontente. Não era obrigada a nada. Agora há gente a dizer que este
programa de trocas é uma palhaçada total. O José não é o primeiro caso
que conheço... custa-me a compreender este fenómeno. :-)
Cumprimentos,
--
João Pavão
Ora bem
Parece-me que se podem considerar aqui duas questões:
A primeira, é que de facto só agora (já tarde) me queixei através desta mailing
list acerca do ruído dos Quick Silver. Mea culpa! Devia tê-lo feito antes, logo
que comecei a conviver com o ruído. Isto não significa, no entanto, qualquer
tipo de incoerência ou sequer oportunismo; significa apenas que nunca me sentei
aqui a escrever sobre este facto até ao momento em que percebi que decorria a
tal campanha de trocas. Nesse momento, procurei naturalmente perceber se estava
ou não em condições de efectuar a troca. Como não estava, fiquei — naturalmente
— desapontado. Para além disso, não sou habitualmente muito dado a certezas
absolutas; as opiniões que tenho vão evoluindo, conforme vou sabendo e
aprendendo mais coisas; isso não tem nada de incoerente, antes pelo contrário.
A segunda é que o problema essencial mantém-se, ou seja, os computadores são
ruidosos. Isto é um facto. Vocês podem argumentar que os níveis de ruído estão
apresentados nas especificações técnicas, que isto não é defeito, que a Apple
não é obrigada a nada, enfim... Eu respondo que não é mau ser exigente, não é
mau nunca estar "contente" e que, sem querer questionar a minha opção pela
Apple, estou convencido que esta podia fazer francamente melhor. Pelos vistos
há alternativas mais saudáveis quanto ao ruído e eu, como cliente da Apple há
já alguns anos, acho que mereço sempre o melhor. Se não fosse assim tinha
optado por aqueles coisos,... os PC's.
Só para concluir, e desculpem que isto já vai longo, estou um bocado escaldado
com isto das trocas da Apple. Logo na minha primeira compra, um 7200 com um
Cinema Display 17'', soube muito por acaso de um programa de trocas de
monitores que abrangia uma série limitada de aparelhos onde havia sido
detectado um problema qualquer. Como já disse, soube por acaso; o meu
revendedor não me avisou, provavelmente porque soube ainda depois de mim;
quando finalmente consegui aceder ao dito programa, faltavam poucos dias para
terminar. Depois, estive cerca de dois meses à espera que me fornecessem outro
monitor. Isto numa altura em que os monitores custavam mais de 150 contos.
Fiquei naturalmente aborrecido.
cumprimentos
José C.
-------------
17. MACGUIA ?
------------- Sobre o primeiro número da MACGuia estive de acordo com a opinião
geral apresentada na lista: um projecto ambicioso, do interesse dos
utilizadores de Mac, e é natural que tenha saido com alguns erros.
Entretanto comprei o segundo, e estou abismado.
O director da revista, no editorial, na página 3, anuncia que
„simplesmente o G4 chegou ao limite‰ e que por isso a Apple vai
adoptar processadores AMD, uma arquitectura PC, pois „provavelmente‰
„a Apple não vai ter outra alternativa‰!?!?!? Já foi dito na lista que
a IBM tem processadores PowerPC que podem ser óptimos sucessores do
G4. Talvez isso ainda não se soubesse no momento em que o editorial
foi escrito, mas como há vários anos que Apple e Motorola evitam
anunciar com muita antecedência a introdução de novos produtos, fazem
anúncios no lançamento dos mesmos ou perto, era da mais elementar
prudência não se tirarem conclusões radicais do facto de só terem sido
introduzidos portáteis na MacWorld! Naturalmente que anúncios como
este podem levar pessoas menos bem informadas a ficar com dúvidas
sobre o futuro dos Macs, o que por sua vez pode levar a que hesitem em
comprar a revista! Não só o director anunciou algo que nem Apple nem
Motorola anunciaram, que parece altamente improvável no momento em que
a revista chegou ás bancas, e com isso faz a revista perder
credibilidade, mas é de supor que tal anúncio tenha sido também um
tiro no pé!
A primeira notícia da MACGuia, na página 5, é sobre despedimentos
na PortalPlayer, empresa que faz chips para o iPod?!?!? O sector dos
semi-condutores foi muito atingido pela crise económica, provavelmente
a grande maioria das empresas dessa área fez despedimentos ao longo
dos últimos dois anos, se não tiverem sido todas! É isto uma das mais
importantes notícias que surgiram para utilizadores de Mac durante
três meses, que incluiram uma MacWorld? Será que no próximo número nos
vão falar sobre licenças de parto na PortalPlayer?
A segunda notícia diz-nos que „Utilizadores querem iPod com
Linux‰?!?!?! Onde está o estudo feito para se conhecerem os desejos
dos utilizadores? Que percentagem do total de utilizadores foi
interrogada? Como foram escolhidos? Não é referido nenhum estudo, a
minha aposta é a de que nenhum foi feito, e de que esta afirmação é
pura invenção da MACGuia, ou de qualquer outra revista de que o artigo
possa ter sido traduzido! É verdade que surgiu uma versão de Linux
para iPod, mas o próprio artigo explica que isso se deveu ao esforço
de um programador, e não aos utilizadores em geral. Diz ainda que o
software da Apple não permite que o iPod seja utilizado como disco, ao
contrário da realidade e do que é dito na página 34 da mesma
revista!!!
O terceiro artigo da página 5 é sobre as novas versões de iMovie e
iPhoto, penso que está razoável, tirando uma gralha no texto.
O primeiro artigo da página 6 refere a venda, por parte da
Infogrames, da MacSoft à Destineer. Esta notícia não tem interesse
para quem não use jogos. Para quem use o que mais interessa é
informação sobre os que foram lançados, ou que estejam perto de o ser,
e tal não se encontra na revista. Mas no artigo diz-se que a
Infogrames está mais interessada nos mercados de PCs e de Consolas, o
que talvez agrade a elementos da PCGuia... Mas eu pensei ter comprado
a MACGuia, e é esse o nome na capa!
O artigo imediatamente à direita diz que um grupo de revendedores
processou a Apple. Como é sabido, a Apple criou lojas próprias porque
muitos revendedores fizeram mau serviço, havendo mesmo casos em que os
vendedores não percebiam nada de Macs e aconselhavam clientes a
comprar PCs IBM compatível, por serem os únicos que sabiam apresentar,
em vez de Macs! Não me espanta que haja revendedores zangados com a
Apple por esta ter criado lojas com material para mostrar aos clientes
e pessoas que o sabem mostrar! Que isto seja uma notícia surpreendente
ou interessante é que não me parece...
O artigo sobre o Safari, por fim, faz sentido, e ao longo da
revista existem diversos que me pareceram bons. A MACGuia tem 106
páginas, ainda não li tudo em pormenor, mas até agora acho que o nível
geral é bem superior ao que se encontra nas primeiras. Também outras
contém erros ou singularidades, como uma comparação entre browsers em
que se referem apenas o IE e o OmniWeb, esquecendo-se Safari,
Netscape, Chimera, etc.; sobre o 10.2 por duas vezes se afirma que não
cria CDs legíveis em computadores wintel, quando o update de sistema
que corrigiu isso saiu em Outubro ou Novembro do ano passado, se bem
me lembro; analisam o PowerBook Titanium G4 800 Mhz mas não apresentam
especificações minimamente completas, nem a totalidade das portas
visíveis em fotografia é referida, e algumas encontram-se em partes
desfocadas da imagem...
Será que a MACGuia está a ser feita à pressa por elementos da
PCGuia, que por acaso até dão uns toques de Mac, mas que
ocasionalmente metem água ou „mandam bocas‰?
A MACGuia é um projecto ambicioso, que desejo que tenha sucesso e
que seja útil para nós, utilizadores de Mac. Mas por este caminho não
me parece que isso possa acontecer, pois perderá rapidamente a
credibilidade! Ser apenas o segundo número não desculpa tudo, quando
se verifica que logo as primeiras três páginas com artigos (editorial
e notícias) são um descalabro, e sairam três meses depois do anterior
número! Para que o projecto tenha sucesso parece-me essencial que
apostem não só no número alargado de páginas, mas talvez mais
importante seja encontrarem pessoal que goste e perceba de Macs, e que
tenha tempo para ir registando o que acontece de realmente
interessante para a comunidade Mac! Isto é um comentário muito
crítico, mas espero que seja considerado construtivo! Cumprimentos,
Jaime Pinto.----------------
18. CALIBRAÇÃO ?
----------------Para todos aqueles que se interessam pelos problemas de calibração de cores
ao longo de toda a cadeia informática, uma obra recomendada que aborda a
problemática com toda a profundidade:
«Gestion de la couleur — Calibration & profils ICC»
de Gérard Niemetzky
184 pp., 16 x 23 cms., 39 ?
Editions Eyrolles, Paris.
Tel. 01.44.41.11.54Armando Vilas Boas
------------------
19. VISIBILIDADE ?
------------------
Estava eu sossegadamente instalado na sala privada a desfolhar o
catálogo que tinha acabado de chegar da Mac Zone, quando li a tradução
do slogan de lançamento do PowerBook 12". Fiquei a pensar que nem os
títulos dos filmes são tão mal traduzidos: de "Less is more", chegamos
a "Mais por menos..."
Bom, pensei, é o espírito criativo dos homens da Mac Zone Portugal. Mas
a verdade é que uns dias mais tarde, quando comprei a Mac Guia, a
publicidade da primeira página ao novo portátil dizia também "Mais por
menos". Aí comecei a ficar preocupado, e pensar que se calhar era mesmo
oficial. Resolvi ir ao site da Apple Portugal. Espantoso... aqui "Less
is more" passa a "Mais é menos". Que dizer?
Quem faz estas traduções, deve pensar que os Portuguesas não entendem a
tradução literária, directa. Aí, optam por amenizar as coisas,
escrevendo a interpretação pessoal do que julgam ter estado por detrás
do conceito inicial, e do resultado que esses malucos anglo-saxónicos
queriam alcançar. O mais grave é que nem sabem provavelmente que esta
frase não foi criada propositadamente para este anúncio.
Estou mesmo a ver o "Brainstorm":
Criativo Chefe - Hoje temos de traduzir "Less is More" para um novo
catálogo de computadores, daqueles que gosto de usar como adereço nos
filmes publicitários.
Criativo Graxa - Também gosto muito... são os da maçã não são?
Criativo Chefe - Pois... Os Mac. Bom, a frase tem que deixar entender
que o produto é pequeno mas faz muitas coisas. É um portátil de 12".
Criativo Paradigmático - Menos é mais.
Criativo Chefe - Demasiado obvio!
Criativo Graxa - Tolice. Menos nunca pode ser mais. Não me digas que
não andas-te na escola, como é que 1-1 é igual 1+1?
Criativo Chefe (didáctico) - Mas um sessão de "Brainstorm" é para nos
soltarmos e dizermos tudo o que nos vem à cabeça. Tolices também valem.
Vá vamos lá...
Criativo Graxa - Sim, pois é. Tolices. Claro.
Criativo Intelectual - Tenho a ideia que esta frase está associada a
uma corrente artística qualquer...
Criativo Culto - Minimalismo.
Criativo Chefe - Lá estão vocês a intelectualizar.
Criativo Graxa - Sempre os mesmos.
Criativo um Mês à Experiência sem Ordenado (procurando entrar no
espírito do Chefe) - Pequeno em grande.
Criativo Carocha - Menos é bonito.
Criativo FlowerPower - Faz pequeno, não grande.
Criativo Complicado - Grande para quê se menos é muito maior que
pequeno.
Criativo Poliglota - O Inglês troca a ordem das palavras por isso, Mais
é menos.(*)
Criativo Complexado - O tamanho não interessa.
Criativa - Lá estás tu a vender o teu peixe!
Criativo Chefe (a assediar) - Não me parece mal. Se calhar ainda vamos
jantar logo para discutir essa ideia melhor.
Criativo Graxa (sem perceber o que se estava a passar) - Também posso
ir?
Criativo Chefe - Não!
Criativo Velho (fazia legendagem de filmes antes de se dedicar ao
copyright) - Menos em mais.
Criativo Chefe - Boa. Parece só que falta qualquer coisa.
Criativo Graxa - Gosto.
Criativo Chefe - É preciso dar a ideia que isso não é tudo.
Criativo Paradigmático - Acrescenta reticências.
Criativo Chefe (que definitivamente não gosta do paradigmático) - Não.
Vamos por antes três pontos no final do slogan: Mais em menos...
Criativo Graxa - Brilhante!
Criativo Chefe (para a criativa) - Mesmo assim é melhor irmos jantar
logo para avaliar aquela hipótese do peixe...
(*) Esta ideia acabou por ser aproveitada pela Apple Portugal.
A história que quero contar, é que pelos vistos poucos sabem mesmo que
esta frase "Less is More" está associada a uma corrente. O minimalismo
escultórico, com mais de trinta anos, que nasceu nos Estados Unidos.
O escultor Donald Judd (1928-1994) pode ser considerado o pai da
criança. Mas mesmo tendo esta corrente nascido depois da sua morte,
acabou por ser uma frase atribuída ao arquitecto alemão Ludwig Mies van
der Rohe (1886-1969) a sintetizar o movimento, agora alargado à música,
à literatura, à dança ou mesmo à arquitectura: "Less is More". O que
antes era austero, simples ou sóbrio, hoje é minimalista, ou "minimal",
utilizando o feliz termo anglo-saxónico.
Jonathan Ive, descobriu que este caminho poderia ser aplicado ao
desenho das máquinas que hoje tanto apreciamos. Depois de chamar à
atenção do mundo para as potencialidades do "design" de computadores
alegres e despreocupados - Sorry no beige! - com os primeiros iMac, ou
iBook, seguiu noutra direcção: " o minimal" . Em certa medida o cubo,
mas seguramente os mais recentes iBook, iPod, ou os PowerBook, são
disso belos exemplos: sóbrios, simples, claros. Será curioso lembrar,
que já nos anos 70, as escultura de formas puras de Judd, recorriam com
frequência a metais, de entre eles o alumínio, utilizado agora por Ive
na caixa dos novos PowerBook's de 12" e 17". Tudo isto leva-me a pensar
que o próprio Jonathan Ive possa ter sugerido a utilização da famosa
frase de Mies "Less is More" para o lançamento da campanha,
provavelmente em homenagem a Judd, ou quem sabe ao próprio Rohe,
considerado agora pioneiro do movimento na arquitectura, mesmo antes da
corrente ter surgido.
Como curiosidade, acrescento a esta história, um excerto de uma
entrevista a Mies van der Rohe (que apesar de ter vivido os últimos
trinta anos da sua vida nos Estados Unidos nunca perdeu o sotaque
alemão), onde ele conta o contexto em que pela primeira vez ouviu a
frase "Less is More". A tradução é minha, logo não passível de críticas
:) e serviu para testar as capacidades do iMovie neste tipo de tarefas:
legendagem. O link para o video é este:
http://homepage.mac.com/lousinhaarquitectos/iMovieTheater18.htmlPaulo Lousinha?/?
Pedro,
Ontem, devido ao adiantado da hora a que fiz a graça, cometi alguns
erros. Involuntários...
Quando exportei o filme para web, a partir do iMovie, escolhi a opção
"streaming", a pensar: deixa lá ver o que isto faz. E fiquei encantado,
qual chico experto: um ficheiro mínimo, com uma qualidade excelente.
Burro!
De facto criei o espaço no meu site para colocar o filme. E no meu
computador, quando testei, o filme arrancava automaticamente, e passava
com uma qualidade bestial. Só hoje de manhã, quando disse ao parceiro
de secretária para ir ao site ver o filme, percebi que a coisa só
funcionava no meu computador, porque o ficheiro a partir do qual o dito
"streaming" era feito estava cá alojado. Ainda pensei colocar esse
ficheiro no iDisk, mas pesava 245MB. Bom, nem pensar. Assim, voltei a
fazer o render e já substituí o dito no site. Agora já funciona.
Foi intensivamente testado para Mac OS 9 e Mac OS 10 :)
Não estamos em condições de garantir que funcione em plataformas
"Wintel"
So... (inglês)
Se por acaso recebeu a mensagem anterior, e tentou ver o filme, não viu
nada. Mas agora se for lá, já vê:
http://homepage.mac.com/lousinhaarquitectos/iMovieTheater18.html
Um abraço
Paulo Lousinha
----------
20. MAIL ?
----------Porque é que o Mail não consegue reproduzir os gifs animados??!!
Este programa assim estea a desiludir-me, ele é address book importer,
gifs, etc..
M. Mota
pine doctor, ÉvoraTake care, it's a jungle out there!
Pedro Aniceto
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