Edição n.º 388/2006
17 de Dezembro de 2006. Distribuída a 3511 subscritores.
Podem também interessar-lhe as seguintes edições:
1. Uma dúvida de Blu-Ray (BLU-RAY)
2. Sobre visibilidade Apple (VISIBILIDADE)
3. Dúvida sobre blogger (BLOGGER)
4. Uma dúvida de Freehand (FREEHAND)
5. O formato da Mailing List (FORMATO)
6. Problema com serviços Vodafone (VODAFONE)
7. Sobre o software Logic (LOGIC)
8. Está nas bancas a iCreate (iCREATE)
9. Uma dúvida de LaTex (LATEX)
10. Adobe disponibiliza Public Beta CS3 (ADOBE)
11. Dúvida sobre ugrade de G4 (UPGRADE)
12. Uma dúvida de PayPal (PAYPAL)
13. Compro material (COMPRO)
14. Uma dúvida sobre sincronização (SINCRONIZAÇÃO)
15. Uma dúvida sobre temperatura (TEMPERATURA)
16. Mac OS X versus Windows Vista (VISTA)
17. Uma dúvida de rede (REDE)
18. As que não cabiam noutro lado (RÁPIDAS)
19. Opinião sobre router Wifi (WIFI)
20. Vendo material (VENDO)
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1. BLU-RAY .
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>>> Macusers,
>>> Queria saber ou tentar de saber, se ainda este ano os Mac Book Pro
>>> vão ser
>>> comercializados com Blue Ray ?
>>> António Rosa
>>>
>>> Azores
>
>> Há rumores de que os primeiros Macs com suporte para discos Blu-Ray
>> poderão ser
>> lançados em Janeiro. Teremos de esperar para ver se se confirma...
>> Entretanto,
>> acho que o preço dos discos é um bocado alto... 20, 30 euros... Se
>> os discos
>> 'dual layer' já não eram muito baratos, então estes!... :)
>
>> Victor Domingos
>> http://lojamac.com/blog
>
> Caro Victor Domingos,
> a TDK tem uns packs de 10 a US$17.55! Já viu o preço por MB? Quanto
> custava mesmo uma disquete de 1.44HD? ;)
>
> Com os melhores cumprimentos,
> João Bruno Nunes Correia
> aim: botinhas82
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2. VISIBILIDADE .
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>>Mac's e centros comerciais para mim não dá!
>>A FNAC então é para esquecer. Nunca sabem nada, não sabem se dá, se
>>funciona se ... se ... se ... se ... É para esquecer mesmo!
>>MaCumps,
>>pb
> Eu comprei o meu iMac meu na fnac, mas apenas pq: fi-lo com os 6% de desconto
>de aderente e pq as minhas duvidas todas foram esclarecidas, na net e no Apple
>Canter (tenho de confessar). Tmb so consegui apanhar em exposicao o de 20 e 24"
>na Fnac, pois queria compará-los.
> Se estivermos informados do q queremos comprar e nao dependemos de explicacoes
>de vendedores, é mais facil. Aqui ate digo q na Worten é um sitio excelente
>pois geralmente se precisarmos de devolver qq coisa costumam devolver o $ em
>cash e tudo.
>Nuno Assis (PA)
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3. BLOGGER .
------------
>>>>>> Para mim, sem problemas. Só é preciso ter cuidado com o novo
>>>>>> editor
>>>>>> de templates, que apaga as alterações pessoais dos antigos. Faça
>>>>>> backup, antes de "switchar".
>
>
>> Desculpem a ignorância mas como é que se faz um backup de um blog?
>
>> Quasimodo
>Peço desculpa, expliquei-me mal. Era backup do código do template (é
>só copy-and-paste para um ficheiro de texto).
>JVC
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4. FREEHAND .
-------------
>>> Caros,
>>
>>> Alguém sabe se é possível mudar a cor de fundo da mesa de trabalho do
>>> Macromedia Freehand MX(11)? Em vez do irritante e perfurador de
>>> olhos do
>>> branco, passá-lo a preto?
>>
>>> Obrigado e Bom Natal a todos!
>>> Ricardo
>
>> Eu não sei se é possivel mas estou curioso. Não vejo a utilidade
>> disso (porque se imprime na maioria das vezes em papel branco), mas ok.
>> No entanto porque não diminui a luminosidade do monitor? Eu tinha o
>> tft do imac muito claro o que me provocava dores de cabeça. Diminui a
>> luminosidade e foi remedio santo.
>
>> Je
>
>
>
> =]
>
> ctrl+alt+maçã+8
>
> LuGo
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5. FORMATO .
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>Pedro desculpa la isto e uma joca como diz a minha sobrinha ..isto e comprei a
>icreate q es director tecnico !!!!certo ????? mas agora tens um forum que mais
>parece um
>puzle!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>a minha adoracao pelos Macs e serem faceis e nao darem seca !!!! e agora vens
>com forum qu nao da para saber como funciona...principalmente ao sabado as 5 da
>matina quando chego a casa...q falta de credibilidade...Pedro..mas ja agora diz
>ai onde posso comprar um Ipod shuffle 1 gb, q pensava q era a prenda para a
>minha mulher...e mais diz la tambem , tecnico do icreate , qual o gravador de
>dvd compativel Mac....
>Um abraco e quando vieres a Coimbra diz
>Antonio
>ps ...o meu ibook tem tc americano ai nao tenho acentos sorry
>>isto e comprei a >icreate q es director tecnico !!!!certo ?????
Errado, volte a ler a revista.
>> mas agora tens um forum que mais parece um
>>puzle!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>>!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>>a minha adoracao pelos Macs e serem faceis e nao darem seca !!!! e agora vens
>>com forum qu nao da para saber como funciona...principalmente ao sabado as 5
>>da >matina quando chego a casa..
Parece-lhe um puzzle por que não se deu ao trabalho de perceber como
funciona. Parece-lhe um çuzzle mas não lhe apreceria se tivesse tido a
delicadeza de ter lido o PDF que recebeu quando da sua inscrição nesta
lista. Esse PDF tem uma grande vantagem, pode ser lido a qualquer hora, não
tem grandes requisitos mínimos, basta mesmo saber ler.
>>q falta de credibilidade...
Minha ou sua?
-------------
6. VODAFONE .
-------------
>>>> >> > Olá Pedro e restantes membros da ML.
>>>> >> >
>>>> >> > Há alguns tempos atrás falou-se aqui no Vodafone Connect Box (VCB) e
no
>>> >> facto
>>>> >> > deste ser (em princípio) compatível com Mac.
>>>> >> >
>>>> >> > No meu Powerbook G4 (Tiger 10.4.8) não o consigo configurar, mesmo com
os
>>>> >> > drivers retirados do site da Vodafone.
>
> (...)
> Gostaria de agradecer a todos os que avançaram com sugestões para o meu
> problema.
>
> Infelizmente o meu problema era algo que nem o suporte prestável da Vodafone
> conseguiu resolver e por isso perguntei aqui na ML o que deveria fazer. É que
> eu tenho um Vodafone Mobile Connect Card e, por algum motivo, quando o
> desinstalei, ficaram alguns ficheiros para trás que eu não conseguia detectar.
>
> Acontece que quando tentava instalar o novo software, os ficheiros que tinham
> ficado para trás não eram actualizados e entravam em conflito com o novo
> equipamento.
>
> A maneira de resolver o problema foi ir ao site da Vodafone (casa-mãe) e
> retirar de lá a nova versão ( 2.06.05, de 18.11.2006) do software Mobile
> Connect (que já suporta de raiz o equipamento usb da huawei) -
> http://www.business.vodafone.com/site/bus/public/enuk/support/10_productsuppor
> t/laptop_connectivity/40_software/software/10_latest/p_mac.jsp.
>
> Corri o instalador, escolhi a opção Uninstall e esta removeu-me todos os
> resquiços que existiam de instalações anteriores. Depois fiz install e pronto,
> tudo a funcionar.
>
> Não foi preciso configurar APN, nem utilizador, nem password, nem network
> connection, nem pôr o cartão num telemóvel para desactivar o pedido de PIN,
> nem nada. Simples, sem complicações, como tudo deveria ser!
>
> Uma vez mais obrigado aos que me responderam.
>
> Cumprimentos,
> Ricardo Marques
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7. LOGIC .
----------
>> Er... mas disseste que passaste tudo via S/PDIF de um lado para o outro,
>> certo?
>> Então não houve conversão A/D D/A.
>> Tinhas a Fireface sincronizada com o leitor de DAT por Word Clock? É
>> sempre essencial quando se ligam dois aparelhos digitalmente.
>> (essa hipótese já não tens com a Mbox, pois julgo que aquilo não tem
>> wordclock)
>> Eu acho que essas diferenças que estás a sentir (na sonoridade do
>> equipamento, tal como falei aqui há duas semanas relativamente à
>> "diferença de sonoridade de diferentes softwares") são confirmações duma
>> teoria que eu defendo há muito. As pessoas hoje em dia passam mais tempo
>> a ler listas de especificações do que a experimentar as coisas.
>> Assim que vêem 24/192 numa tabela ficam logo contentes e assumem que
>> conhecem o equipamento.
>>
>> Então e o resto da história? Que eu saiba, um aparelho deve ser avaliado
>> pela sua sonoridade e construção completas. Porquê parar nos
>> conversores? Isso é um bocadinho "nineties", não?
>> E o controlo interno de clock, tão necessário para manter alinhados
>> diferentes canais digitais e manter o jitter baixo?
>> Por falar em jitter, muita gente não sabe que existe jitter digital.
>> Normalmente julgam que se fala apenas de "jitter de amostragem na
>> conversão" (sample clock jitter). E já agora, que tal o jitter ser
>> diferente conforme o interface utilizado seja AES/EBU, S/PDIF ou ADAT?
>> (porque também é o caso. O facto de ser informação digital não significa
>> que passe sempre da mesma maneira dum lado para o outro)
>> E sabem que a grande maioria das marcas, mesmo algumas das mais
>> conceituadas, só apresenta o "sample clock jitter" nas listas de
>> especificações, pois é essa a única maneira de capitalizar à conta dos
>> valores mais baixos?
>> Em tempos, cheguei a ver na lista de especificações duma marca conhecida
>> (Digidesign) uma medição feita em dBA para o jitter de um dos seus
>> interfaces! Sei que desapareceu da lista passado uns tempos, quando quis
>> mostrar aquilo a alguém. Ou se aperceberam que tinham feito m%$&a, ou -
>> hipótese mais assustadora - utilizaram mesmo "ponderação A" nas
>> medições.
>> E a utilização ou não de Dither, cujos efeitos num circuito se estendem
>> um pouco para lá do downgrading de resolução digital mas também afectam
>> negativamente o resto do circuito (ver estudo feito pela RME há uns anos
>> em http://www.rme-audio.com/english/techinfo/dither.htm É elucidativo
>> para explicar o baixo ruído generalizado e a estabilidade que os seus
>> conversores têm).
>> E o facto dos geradores de quartz ou de wordclock interno provocarem
>> mais dropouts graças à sua alta filtragem? Outro estudo demonstrativo (e
>> com alguns anos) aqui http://www.rme-audio.com/english/techinfo/adi8.htm
>>
>> Isto pode parecer chinês para a maior parte das pessoas. Inclusive para
>> muitos técnicos. Mas são estas coisas que fazem a diferença entre um
>> aparelho bom para umas coisas e um aparelho bom para outras.
>> Provavelmente são tretazinhas destas - e não aquilo que as pessoas se
>> habituam a procurar nas especificações - as responsáveis pela diferença
>> de sonoridade que o Pedro Carneiro ouviu entre os vários sistemas (mesmo
>> não tendo havido conversão A/D ou D/A).
>>
>> O mesmo se passa com todas as outras tecnologias.
>> O catálogo não é o televisor que queremos comprar. Para isso, mais vale
>> arrastar o rabiosque até à loja e vê-lo com os nossos olhos.
>> Um mapa não é a estrada.
>> Ler uma receita culinária não é o mesmo que tentar fazer o cozinhado.
>> Ouvir falar do último trabalho do Herbie Hancock não é o mesmo que
>> ouvi-lo.
>> Porque raio é que nos meios técnicos há-de ser diferente?
>> Seria de esperar, até, que fosse junto de técnicos e engenheiros que
>> estas coisas mais se questionassem, não é?
>> Mas é um tiro no escuro. Todos acabamos por seguir "trends" ou
>> tendências de mercado. Ou não estivessemos a escrever para esta lista,
>> apaixonados que somos por uma plataforma chamada "maçã"... ;-)
>>
>> Cumprimentos.
>>
>> André Toscano
>
> Subscrevo TUDO o que o André escreveu. Efectivamente, durante muitos anos a
> maioria das pessoas esteve convencida de que, uma vez digital, estava o
> assunto arrumado. Nos últimos anos, os estudo efectuados demonstraram que
> não é assim, longe disso, e que a realidade do áudio digital é bastante
> complexa (talvez mais ainda do que a realidade analógica) e que todos
> praticamente todos os componentes da cadeia têm influência no resultado
> final. Ou seja, voltamos ao esotérico campo do que soa melhor, com as
> inevitáveis opções pessoais a ter de desempatar - e lá voltam os nossos
> ouvidos a ser chamados (o que, de facto, é bom, e nunca devia ter sido
> descurado).
>
> Mas gostava de acrescentar uma coisa - o Pedro Carneiro afirmou no final que
> gostava mais do som do DAT, mas não disse o que usou para ouvir as
> diferentes fontes e comparar os resultados - Sempre o mesmo amplificador e
> monitores? Sistemas diferentes? Auscultadores de referência? A saída do DAT
> utilizada era a digital ou a analógica? É que tudo isto pode ter muita
> influência no resultado final. Uma comparação objectiva teria de ligar todas
> as fontes a entradas semelhantes de um amplificador e escutada nos mesmos
> monitores e/ou auscultadores, e de preferência em teste cego.
>
> Por outro lado, o que me intrigou mais foi a afirmação do Pedro de que as
> ondas também não eram iguais consoante os sistemas usados, mesmo usando
> interfaces digitais. Esta parte é a que mais me intriga, e gostava que,
> quando e se tivesse tempo, desenvolvesse mais esta parte, nom,eadamente
> descrevendo o processo usado, frequências, sincronização, etc.
>
> Fernando Manuel Rodrigues
------------
8. iCREATE .
------------
>Pedro desculpe que lhe diga, mas tanto trabalho que teve a guardar a
>surpresa e no fim foi estragar tudo ao mandar o info especial... Eu
>preferia ter descoberto quando recebesse o correio... Puxa a vida,
>tirou um bocado a piada à coisa...
>Por outro lado isso do desconto na assinatura pode ser interessante.
>Vá um abraço.
>neca.
Não tem que pedir desculpa. Era uma opção que eu tinha de tomar. Por um lado
o efeito surpresa (que sempre pretendi), por outro o mail que aqui tinha
retido com relatos de "avistamento" da própria surpresa... Há decisãoes
difíceis de tomar mas que têm de ser tomadas.
----------
9. LATEX .
----------
> Cara Raquel,
> Com o que escrevi ontem, não quis directamente dizer que o nosso amigo
> Luís Sequeira seja idiota, masoquista ou viva completamente no século passado,
> ... talvez esteja apenas mal informado... e simplesmente não se importe... da
> dor de bater com a cabeça na parede..., ou simplesmente nunca teve que
> escrever longas equações do cálculo tensorial...
> É que o facto do LyX ter uma vizualização directa, no editor, da
> matemática que se escreve confere-lhe certas vantagens. Em particular, eu uso
> o próprio LyX para me ajudar nos cálculos. Ao manipular longas equações do
> cálculo tensorial, eu deixei de o fazer os cálculos à mão
> e passei a fazê-los directamente no LyX utilizando a visualização directa das
> equações e o Copy e Paste. Isto permitiu-me diminuir drásticamente o número de
> erros que cometia na minha investigação. Para mim isso foi um bónus
> importante.
>
> De um livro que estou a escrever em Lyx e que vai já em 285 paginas
> retirei varias partes e no LyX gerei o correspondente código LaTeX e
> também o PDF correspondente. Junto mando em attachment (comprimido em formato
> ZIP) os 3 documentos assim como Screen Shots tirados do LyX (Pictures 1 a 5) e
> um no TexShop (Picture 6) . Se quizer faça a seguinte experiencia:
> Tente abrir o código LaTeX com o TexShop e veja a confusão. Tome uma parte do
> output em PDF. Imprima-o e depois tente escrever o mesmo texto em LyX e
> directamente em TexShop e veja a diferença... Queria ver o pessoal que usa o
> LaTeX puro e duro a fazer este tipo de cálculos directamente no TexShop...
>
> No entanto, há uma parte da mensagem do Luís Sequeira com a qual estou
> em acordo. De facto, embora o LyX se possa utilizar simplesmente com o TeTeX,
> ou o MacTeX, penso que ter entre os dois o TexShop é uma boa idéia. Aliás é
> isso que eu faço. Assim posso gerar no LyX o LaTeX, abri-lo no TexShop e
> verificar se está tudo bem e eventualmente mandá-lo para revistas que queiram
> o código LaTeX. E finalmente, posso compilar para PDF tanto directamente a
> partir do LyX como do TexShop.
>
> Penso portanto, que, ao contrário do que diz o Luís, esta escolha não
> tém nada a ver com o comprar um PC em vez de um Mac "porque é mais barato".
> Pelo contrário, a simplicidader de utilização do LyX lembra muito mais a
> simplicidade de utilização de um Mac que a complicação de um PC...!
>
>
> Bom Natal para todos
>
> Paulo Macedo
Tenho aqui um anexozinho com 2.7 MB que enviarei a quem o pretenda.
-----------
10. ADOBE .
-----------
> Caro Pedro,
> Penso que é uma noticia interessante para a comunidade:
>
> "Pela primeira vez na sua historia a Adobe disponibiliza a versão beta do
> Photoshop (CS3) de forma a obter "reports" dos utilizadores para ajudar a
> empresa a estabelecer melhores compatibilidades nos diversos sistemas,
> incluindo os sistemas Mac com base nos processadores Intel. A versão
> disponibilizada está disponivel tanto para sistemas Macintosh assim como para
> computadores com os sistemas Windows XP e Windows Vista, sendo que a versão
> final deverá ser lançada na primavera de 2007.
> http://labs.adobe.com/technologies/photoshopcs3/"
>
> Está disponivel tanto para MAC como para PC ;)
>
>
> --
> Rui A. A. G. E. Silva
-------------
11. UPGRADE .
-------------
>Viva!
> Duas perguntas sobre upgrade ao CPU de um PowerMac G4 AGP Graphics:
> 1) Que upgrade recomendam;
> 2) Onde comprar (de preferencia na Europa).
> Cumprimentos
>Miguel Arroz
------------
12. PAYPAL .
------------
>> Olá Pedro,
>> Tenho uma dúvida de "newbie" para a ML.
>> Vou precisar de fazer um pagamento de um serviço nos EUA, em dólares.
>> Estive a ver a melhor maneira de o fazer, e aconselharam-me o Paypal.
>> No site deles andei a tentar informar-me de como funciona ao certo, mas não
>> fiquei bem esclarecido.
>> Quais são os vários métodos de pagamento associados a uma conta Paypal?
>> Que taxas estão associadas aos diversos pagamentos, e quem as paga?
>> Vi nomeadamente que existe uma taxa de 2,5% cobrada sobre a conversão de
>> moeda.
>>
>>
>> Como funciona a cobrança dessa taxa?
>>
>
>
>> Obrigado pela ajuda! Ah... e não se esqueçam: expliquem-me como se eu fosse
>> muito burro!
>>
>>
>> Cumprimentos,
>>
>>
>> Gilberto Ferreira
>Caro Gilberto
>Basta criar uma conta de utilizador no site do Paypal, nos seus dados pessoais
>terá que dar os dados de um cartão de crédito seu, Visa, Mastercard, American
>Express ...
>Quando necessitar de pagar alguma despesa com este metodo a PayPal não lhe vai
>cobrar nenhuma taxa adicional apenas cobrará o valor do pagamento da despesa
>que efectuar. O seu banco ao qual tem o cartão de credito associado, esse sim,
>irá cobrar despesas por efectuar o cambio de outras moedas. Terá que ver com
>eles quais as taxas aplicáveis.
>Se quizer receber pagamentos no seu cartão de credito pelo PayPal, terá que
>pagar uma taxa á PayPal, acho que são os 2,5% que falou.
>O sistema é seguro, eu utilizo-o á mais de 5 anos sem nenhum problema ou
>dificuldade.
>cumprimentos
>Miguel
./.
>> Vou precisar de fazer um pagamento de um serviço nos EUA, em dólares.
>> Estive a ver a melhor maneira de o fazer, e aconselharam-me o Paypal.
>> Cumprimentos,
>> Gilberto Ferreira
>Nunca utilizei o Paypal, mas se a sua preocupação é a segurança, e se
>tiver a opção de pagar com cartão de crédito, aconselhava-o a
>experimentar o MBNet <www.mbnet.pt>.
>Dá algum trabalho (se não usar um site de homebanking, terá que ir a
>uma caixa multibanco) mas é seguro.
>O funcionamento é simples: é criado um número de cartão de crédito
>provisório, válido apenas para essa transacção. Se ela não se
>concretizar o cartão deixa de existir, perdendo-se todo e qualquer
>contacto com a sua conta bancária. Idem para depois da operação ter
>sucesso.
>Melhor do que isso tudo: não há taxas.
>Sou utilizador, e satisfeito.
> Tiago Fino
./.
> tem aqui algumas sugestões de como efectuar pagamentos online usando o sistema
> MBNet.
> este permite-lhe criar um cartão de crédito virtual, temporário, de montante e
> utilização limitados pelo utilizador.
> a sua criação só é possível através do multibanco.
> é simples, é barato e pode gastar milhões se lhe apanha o vício :-)
>
> <http://www.techzonept.com/showthread.php?t=71550>
> <http://www.techzonept.com/showthread.php?t=95016&page=3>
> <http://www.ziphcomics.com/html/mbnet.html>
> <https://www.mbnet.pt/funcionalidade.html>
>
> manuelcosta@oficinagrotesca
------------
13. COMPRO .
------------
>Caros listeiros,
>estou interessado em comprar uma câmara para o meu iMac G5.
>Se bem percebi, essa câmara deixou de estar (mas já esteve) à venda
>no mercado europeu. Nesse caso, é possível que haja alguém que tenha
>já comprado o novo iMac (com câmara incluída) e tenha ficado com uma
>câmara sem utilidade. Haverá interessados em vender?
>Zé Lima
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14. SINCRONIZAÇÃO .
-------------------
>> Precisava de um software para syncronizar o meu mac com palm treo
>> 680.
>> Haverá alguma coisa que funcione bem ???
>> Com os melhores cumprimentos,
>
>> Vítor Neves
> <http://en.isync-hilfe.de>
> Mig-LSD.
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15. TEMPERATURA .
-----------------
>> Tenho um novo 2.33 GHz Macbook pro intel core 2 duo. É normal
>> atingir temperaturas de funcionamento de 70º C sem disparar ventoinhas?
>> Isto quando por vezes aos 60 e poucos º, noutras situações são
>> disparadas.
>> Já vou em 3 congelamentos (normalmente a abrir as preferências do
>> sistema, e tantas como em 3 anos de PPC 867).
>> Apesar de pesquisar um par de horas na internet não encontro
>> referência à temperatura máxima a que podem chegar estes processadores
>> ( ou passou-me alguma coisa).
>> Tens alguns dados para me tranquilizar ou devo ir pra assistência (a
>> máquina tem perto de 3-4 semanas).
>> UM abraço
>>
>>
>> Armando
>Eu devolvia a máquina antes de me queimar as mãozinhas!!
>Miguel
-----------
16. VISTA .
-----------
>>> Aprenda com David Pogue, jornalista de informática do New York
>>> Times, a
>>> perceber porque é que algumas características entre os dois
>>> sistemas não são
>>> necessariamente uma cópia... (Calúnias!)
>>Pois eu já sei porque o sistema da Microsoft se chama VISTa, é porque
>>já todos vimos aquilo em algum lado.
>>Ana Paula Ferreira
>> www.macnoticias.net <http://www.macnoticias.net/>
>Tem logica o que a ana escreveu... :P
>Antonio Rosa
./.
>>> Aprenda com David Pogue, jornalista de informática do New York
>>> Times, a
>>> perceber porque é que algumas características entre os dois
>>> sistemas não são
>>> necessariamente uma cópia... (Calúnias!)
>Caro Pomar
>Boa,
>Parece que o VISTA é muito á frente ...
>Nós continuamos sem saber, á frente do quê!!
>A mim parece-me mais que a nova versão do sistema operativo que se devia chamar
>inVISTA, porque vão precisar mesmo é de investir num novo PC para o poder usar.
>Saudações
>Miguel
./.
> fiquei com qualquer coisa na
>
> XXX XXX XXX XXXXX XXXXXXXXXXX XX
> XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXXX
> XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XX
> XXX XXX XXX XXXXX XXX XXX XXX
> XXX XXX XXX XXXXX XXX XXX XXX
> XX XXX XXX XXX XXX XXX XXXXXXXXXXXX
> XXXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX
> XX XXX XXXXX XXX XXX XXX
>
> acho que foram lágrimas de tanto rir
>
> mc@og
./.
>> Pois a mim, caríssimo, incomoda-me o facto que desde que leio informática (e
>> que diabo, já o faço há demasiados anos), todas as semanas me passam pelas
>> meninas dos olhos muitas peças jornalísticas com base em insondáveis
>> critérios éticos e deontológicos de jornalistas de todas nacionalidades que
>> parecem não conseguir disfarçar as suas qualidades de promotores de tudo o
>> que é Microsfoft. E se a princípio isso me irritava e me fazia comichões,
>> hoje ja não é assim, pois cheguei à conclusão de que uma larga quantidade
>> dessas pessoas NÃO SABEM o suficiente de outras matérias para que possam
>> escrever sobre elas.
>
> [Mas quem é que disse que não havia, no mundo Windows, os mesmos insondáveis
> e condenáveis critérios éticos e deontológicos???!!! O que é preciso separar
> (em ambos os campos) o trigo do joio, as análises e os estudos independentes
> daqueles que o não são. E a desproproção das peças jornalísticas que refere
> corresponde, como é natural, à enorme desproporção entre a percentagem dos
> utilizadores Mac/Apple e dos utilizadores PC/Windows.
> Manuel Jorge Veloso]
>
> Antes de "ensacar" na mesma saca dos que idolatram o que quer que seja,
> convido-o a apontar (no meu caso) um exemplo desses...
>
> [Eu não particularizei, eu não pessoalizei. Eu referi-me, em geral, à
> mentalidade de nicho (e de seita) que, em inúmeros casos, afecta os (por
> isso mesmo) Mac-dependentes! Aqueles que, nas deliciosas Keynotes do Jobs,
> só sabem corresponder com gritinhos de alienação e histeria a toda e
> qualquer novidade apresentada, mesmo que (em alguns casos, poucos é certo)
> tal «novidade» já tenha há muito sido inventada pelo outro campo. Aqueles
> que ainda não descobriram (porque lhes aparece a papinha feita e não estão
> para ler manuais, descobrir novas possibilidades ou puxar pela cabeça) a
> maioria das vantagens de um OS em relação ao outro e, portanto, se contentam
> com pouco, com aquilo que está à superfície! Aqueles que quase lamentam não
> continuar a ter Macs com velocidade de jumento ou até aqueles que (absurdo
> dos absurdos!), ao vender os novos MacIntel em lojas especializadas, parece
> terem saudades do antigamente e quase descreem (e fazem descrer o cliente)
> do que estão a vender!!! Aqueles que só conseguem sentir, na possibilidade
> do «double boot», nos ratos de dois botões, na incomparável mobilidade dos
> menus contextuais ou até na imbatível velocidade Intel (e depois AMD,
> estou-me nas tintas!) um asco ou a pior das traições, em vez de uma
> inteligente jogada da Apple. Até em termos capitalistas - ou, como agora se
> diz, «de mercado» - porque, repito, o rapaz Steve não anda aqui para se
> divertir! E por aqui me fico! Queiram ou não queiram - porque sou
> (sobretudo) qualidade-dependente - vou switchar!!! Desculpem!!!
> Manuel Jorge Veloso]
./.
> Não sendo um purista de sistema operativo nenhum acho muito mal estarem
> sempre a falar mal do Windows.
> Sendo utilizador tanto de Windows, como de Mac OS X, como de GNU/Linux
> não vejo tanto mal assim no Windows como lhe aplica.
> Primeiro há que ver que vai ter que suportar montes de hardware
> diferente, coisa que o OS X não faz, dado isto acho que até se porta bem.
> Depois, toda a gente aponta o dedo de ser uma cópia ao sistema operativo
> da maçã, sim é verdade em alguns aspectos, no entanto por incrivel que
> parece acho esses aspectos muito mal conseguidos e simplesmente não os
> deverei usar. Sempre usei o windows no seu modo mais clássico.
> Portanto visualmente o OS X é imbativel e em muitos outros aspectos, mas
> não venham dizer que também não dá problemas, porque meto um mac a
> pseudo-encravar (não é encravar pq ao fim de algum (muito até) tempo
> fica bom) ligado o ipod ao dito cujo e transferindo umas coisas que ele
> não deve gostar (deve ser do tipo de musica).
> Não quero com isto que fiquem a pensar que estou a defender o Windows,
> porque não estou, apenas estou a tentar dizer que cada sistema operativo
> tem os seus pontos fortes e fracos e cabe a cada um decidir o que o
> satisfaz melhor.
> Menosprezar um kernel que parece ser muito melhor que o anterior em
> detrimento de coisas visuais sem significado acho estupido, mas pronto...
> Se calhar os utilizadores ao verem o spaces acharam ridiculo a "inovação".
> Os mac users (e não só :P) devem achar ridiculo outros sistemas
> pseudo-alterados para parecerem o OS X.
> Com isto tudo e volto a reforçar a ideia, não estou a defender o
> Windows, até porque acho o OS X superior em muitos aspectos, mas acho
> mal estarem sempre a falar mal, só por causa do aspecto. Se calhar no
> windows 3 a coisa era bem mais grave e ninguém andava com estas coisas.
>Filipe Laféria (PA)
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17. REDE .
----------
>> Viva,
>> É possível eu pré definir no meu mac uma e só uma pasta para
>> partilhar na minha rede aqui no estaminé?
>> Quero ter acesso à pasta "pc" que está no meu mac a partir do meu
>> pc, mas só a essa, a nada mais.
>
>> Podem-me ajudar?
>
>> Obrigado e boas festas!
>
>> Hugo Carvalho
>
>
> o SharePoints é um freeware que faz isso mesmo
>
> pedro joel
-------------
18. RÁPIDAS .
-------------
>> Não Bernardo, com todo o respeito pela sua posição, o que vai ser submetido
>> a
>> referendo é algo completamente diferente. É apenas perguntar: se o aborto
>> for
>> feito a pedido da mãe, em estabelecimento autorizado, nas primeiras dez
>> semanas, essa mãe deve ou não ser mandada para a prisão? Só isso. Não se
>> pergunta se a mãe o pode fazer, se o deve fazer, nada disso. Só: se o fizer
>> deve ir para a prisão ou não.
>> Quem acha que a mãe deve ser enviada para a prisão ou, pelo menos,
>> perseguida
>> penalmente como se de uma criminosa se tratasse, votará, obviamente, NÃO, ou
>> seja, será contra a despenalização.
>> Setembro
> Gostava de esclarecer alguns pontos:
>
> O que está em causa não é Despenalização mas sim Liberalização.
> Se a questão fosse apenas essa, bastaria apoiar o projecto apresentado
> na Assembleia
> que permitiria a suspensão do processo penal:
>
>> Muitos dizem: ³eu sou contra o aborto, mas não quero ver as mulheres que
>> abortam no tribunal².
>> Será que é preciso descriminalizar, legalizar ou liberalizar o aborto para
>> evitar julgamentos
>> de mulheres grávidas que abortam?
>
> http://www.protegersemjulgar.com/
>
> Com a lei a referendar, não só o estado deixa de penalizar, mas passa a
> colaborar activamente usando
> o dinheiro dos contribuintes não para apoiar as mães em dificuldade (existem
> muitas
> instituições que fazem esse trabalho com poucos apoios) mas para matar seres
> humanos.
>
>>> se o aborto for
>>> feito a pedido da mãe, em estabelecimento autorizado, nas primeiras dez
>>> semanas, essa mãe deve ou não ser mandada para a prisão?
>
> Admitamos que a lei é aprovada: Mude a pergunta anterior para "nas primeiras
> dez semanas
> e um dia". Como é que fica a resposta? A mulher é "perseguida penalmente
> como se de uma criminosa se tratasse"?
> E se for 11 semanas? 3 meses? 4 meses? 9 meses? Recém-nascido?
> Ou seja: Quando é que o bebé passa a ter a mesma protecção legal que os
> restantes seres humanos?
> O que é que acontece às 10 semanas?
>
> "Ensina a Ciência que às dez semanas o bebé tem as mesmas impressões digitais
> que terá durante toda a sua vida,
> pesa 14 gramas, mede 6 centímetros, começam a formar-se os dentes definitivos,
> tem pestanas,
> abre e fecha os olhos, mexe a língua, chucha no dedo, as cordas vocais
> formam-se na laringe e pode fazer sons,
> o registo da actividade cerebral torna-se mais consistente."
>
> Mas se a preocupação é com a mulher levada a abortar, porque é que a única
> "ajuda" que o estado pretende dar
> é "ajudá-la" a matar o próprio filho? É um solução "fácil" mas será a melhor?
> Ou pior, será a única?
> Os casos "dramáticos" de violação e mal-formações já estão contemplados, o que
> estamos agora a discutir
> é o aborto apenas "porque sim"?? E se é apenas "porque sim" deve o estado
> colaborar?
>
> E para falar do "estabelecimento autorizado" que como sabemos implica gastos
> do erário público,
> concordo com a posição do bastonário da Ordem dos Médicos, que não entende
> esta prioridade do Governo.
> "Não se compreende que o Estado se prepare para criar convenções na área do
> aborto, quando não as criou nas áreas da patologia, das varizes das hérnias
> das cataratas. Não se compreende que o Estado, que se recusa a pagar a
> contracepção, seja ela qual for, que não comparticipa em 100% a profilaxia da
> infecção por HIV (...), se prepare para fazer convenções com clínicas para a
> realização de abortos", salienta Pedro Nunes.
>
> http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=178563
>
>
> Cumprimentos,
>
> ---
> Henrique Gomes
> hmng@mail.pt
./.
>> Já disse e redisse e vou voltar a dizer que a questão do aborto não é uma
>> questão religiosa. Há pessoas ateias ou agnósticas ou crentes de ambos os
>> lados.
>> Bernardo
>Se me der um exemplo de um ateu ou de um agnóstico que queira continuar a
>mandar as mulheres que abortam para a prisão, converto-me (mas não pode ser
>ninguém que tenha encontrado nessa famosa viagem à União Soviética). É mesmo
>alguém que exista, mas que exista mesmo, mesmo...
>Já da minha parte posso indicar-lhe imediatamente um fundamentalista católico
>que quer continuar a mandar as mulheres para a prisão: é o Bernardo (suspeito
>até que o Bernardo é tão fundamentalista que não vai tomar isto do
>fundamentalista como insulto, e não é)
>Lara Croft (PA)
./.
>>> votem bem,
>>> pedro joel
>
>>> Pedro, eu nesse aspecto diria outra coisa se toda a população portuguesa me
>>> pudesse ouvir/ler...
>>> "Não Votem Nada"...
>>
> não podia estar menos de acordo. já tivemos uma oportunidade para
> resolver este assunto e fomos todos para a praia. não lhes vamos dar
> essa abébia outra vez.
> o governo que temos é o governo que temos (passe a redundância). se eles
> me passam a batata quente, concorde ou não, vou votar. não vou passar a
> batata a mais ninguém.
>
> votem.
> votem sim ou votem não.
> votem todos.
>>> Obriguem o Estado a deixar-se de fitas e de mandar a batata quente para os
>>> outros (população)... Obrigue-se o Estado a "encomendar" às entidades
>>> competentes para isso (que as há, e com tecnologias suficientes para o
>>> conseguir...) a fazer um estudo profundo que defina onde começa o Ser Humano
>>> e a partir pura e simplesmente legisle-se em consciência... Ou será que um
>>> estudo destes custará assim tanto??? Ou será que não valerá a pena
>>> faze-lo??? Eu em consciência acho que sim...
> deixe-se disso. já está como o bernardo, a reduzir o aborto a uma
> questão técnica. os cientistas que resolvam, que eu não quero ter que
> decidir nada.
>
> chege-se à frente!
> sem medo!
> decida!
> vote!
>
> depois já terá razão quando chamar cobarde ao governo...
>> Quer para se proteger o direito
>>> dos Casais/Mulheres de atempadamente decidirem se querem vir a ter aquele(s)
>>> filho(s), quer para se proteger o direito do Ser Humano não nascido...
>>> Simples e claro... Só não quer tal, quem quer de um lado, quer do outro, se
>>> liga a fundamentalismos hipócritas defendendo quer de um lado quer do outro
>>> algo para o qual não tem conhecimentos praticamente nenhuns para defender
>>> quer uma coisa quer outra...
>>> Cumprimentos,
>>> Paulo (PauloSR)
>>>
>>> NB: Havia de se encher (ou entupir) os e-mails dos diferentes governantes
>>> (especialmente primeiro-ministro e se calhar o do ministro da saúde também
>>> (mas todos era melhor)), da assembleia da republica e da presidência da
>>> republica, com Exigência de que tal estudo se fizesse... Havia de se
>>> angariar pessoas para isso, nem que fosse no sistema de passa a
>>> palavra/mensagem/sms...
>>
> e você? já enviou um sms ao sócrates? ou um e-mail?
>
> pedro joel
./.
>> Julgo que não vamos andar daqui a pouco também a proteger espermatozóide e
>> ovócitos só porque são também vida humana, certo???... :-)
>> O que eu queria é que um grupo de estudo formado por pessoas conscientes e
>> isentas, me dissesse onde começa o Ser Humano...
>> Cumprimentos,
>> Paulo (PauloSR)
>
> quem já teve filhos sabe que, nos primeiros meses, os bebés fazem muito pouco
> para além de mamar, arrotar, sujar a fralda e dormir. nós parecemos mais
> enfermeiros do que pais.
> o Ser Humano deve começar com a tomada de consciência, uns meses largos depois
> do nascimento.
> se vamos por aí para definir a altura certa para o aborto, pode correr muito
> mal...
>
> pedro joel
./.
>> O que eu queria é que um grupo de estudo formado por pessoas conscientes e
>> isentas, me dissesse onde começa o Ser Humano...
>> Cumprimentos,
>> Paulo (PauloSR)
> Queria mesmo? E onde? Em Portugal? Ou a nível mundial? Chega-lhe um
> acordo aqui do burgo acerca do início do Ser Humano, ou gostava de um
> acordo mundial? É que se for aqui no burgo, podemos ficar com definições
> que nos coloquem num patamar estranho, ou pelo menos diferente, dos
> nossos parceiros na Convenção dos Direitos Humanos.
> Que eu saiba, e corrijam-me se estiver enganado, a universalidade dos
> referidos direitos aguenta-se, entre outras coisas, pelo facto de não se
> ter definido coisas como o início e o fim do Ser Humano. Se isso viesse
> a acontecer, podia alguém recorrer a instâncias internacionais de
> protecção dos direitos humanos, para pôr em causa legislações nacionais
> relativas a planeamento familiar, políticas de controlo de natalidade,
> aborto e eutanásiaS
> Duvido mesmo que haja interesse científico numa definição universal do
> início e fim do Ser Humano (que não é coisa estritamente científica,
> parece-me), porque tais definições seriam armas formidáveis contra
> políticas necessárias (ainda que discutíveis) de controlo da natalidade
> mundial, por exemplo. Ou há aqui alguém que ache que as políticas
> europeias / ocidentais de planeamento familiar, viradas para a inversão
> da tendência de envelhecimento, servem como uma luva ao mundo todo,
> independentemente dos dados demográficos?
>
> Se tal questão fosse técnica, caro amigo, bastava-nos ir aos documentos
> da Organização Mundial de Saúde e sacar de lá a ditaS Mas se lá for,
> há-de reparar que a visão das políticas de saúde reprodutiva da OMS
> estão sempre enquadradas dentro de contextos, objectivos e referências
> ora locais, ora globais. O aborto clandestino é um problema de saúde
> pública em muitos países (onde nos incluímos) e, noutros, a prática de
> abortos forçados é denunciada como violação dos Direitos HumanosS mas da
> mulher e não do feto.
>
> Eu não queria entrar nesta discussão, aqui na mailing list, por muito
> que ache que esta é uma questão civilizacional e que por isso, deve
> atravessar todos os sectores da sociedade. Mas não posso deixar de
> dizer, de caras, que me assusta terrivelmente a ideia de ter uma
> comissão de sábios a definir, seja a nível local, seja a nível global,
> onde começa e acaba o Ser Humano. Como se essa fosse uma questão
> meramente científica.
> Até porque, seja como for, toda esta confusão parece servir um único
> objectivo: não deixar que se perceba que o que se vai perguntar aos
> portugueses é se acham que o Estado deve continuar a acusar e julgar
> mulheres que tenham decidido terminar uma gravidez até às 10 semanas, ou
> se deve, pelo contrário, autorizar essa prática, em estabelecimentos
> seguros e tecnicamente preparados para isso.
> Não se pergunta a ninguém se é contra ou a favor do aborto, não se
> pergunta a ninguém se acha que às 10 semanas de gravidez há ou não um
> Ser Humano no útero da mulher, não se pergunta a ninguém se acha que o
> dinheiro dos impostos devia ser usado a financiar esses procedimentos
> médicos ou não, não se pergunta a ninguém se acha que o homem
> co-responsável pela gravidez deve ou não ser consultado.
>
> Reparem que a pergunta é: "Concorda com a despenalização da interrupção
> voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras
> 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"
> Não é "concorda com a interrupção voluntária da gravidez, se realizada,
> por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de
> saúde legalmente autorizado?".
> E é essa pequena diferença que faz toda a diferença. Perguntam-nos se
> aquela prática, a do aborto nas 10 primeiras semanas de gravidez em
> estabelecimento de saúde, por opção da mulher, deve ou não ser alvo de
> uma penalização por parte do Estado. Não é uma pergunta simples, mas não
> é nada de tão complexo como aquilo que às vezes parece. E não afecta
> apenas as mulheres, mas também os profissionais de saúde envolvidos
> nestes processos e que, nas condições actuais, actuam tantas e tantas
> vezes em regimes de clandestinidade ou, infelizmente, actuam apenas na
> redução dos danos provocados por irresponsáveis e criminosos.
>
> E eu até concordo que talvez não fosse preciso perguntar nada aos
> portugueses, porque a maioria parlamentar tem legitimidade para mudar a
> lei. Mas é um exercício de maturidade democrática, tentar passar por
> este processo do referendo de novo, mas desta vez, sem nos deixarmos
> engolir na demagogia e sem confundirmos as cortinas de fumo e o folclore
> dos dois lados da barricada, com a questão real sobre a qual o Estado
> nos decide consultar. E não abdicarmos de responder, em consciência,
> àquilo que nos é perguntado:
> "Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se
> realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em
> estabelecimento de saúde legalmente autorizado?"
> Eu concordo e, no meio de toda esta barulheira, ainda não ouvi ninguém
> dizer, frontalmente, que discorda, sem acrescentar imediatamente uma
> data de trapalhadas que nada têm que ver com a questão concreta.
> Dizem-nos que este não é o momento ou que a prioridade devia ser outra,
> ou que é desnecessário alargar o âmbito da despenalização, ou que
> (cúmulo da ironia) assim não se resolve o problema das mulheres às 10
> semanas e um diaS
> Ou se calhar ouvi, mesmo nesta lista, mas não quero acreditar que as
> pessoas estejam mesmo a dizer que acham que o Estado deve acusar e
> julgar todas as mulheres que decidam abortar nas 10 primeiras semanas de
> gravidez. E se estão, parece-me que devem estar a fazer um difícil
> exercício de abstracção acerca da condição da mulher em Portugal e do
> verdadeiro estado das políticas de saúde e educação no nosso país.
> Mas cada um conhece e lida com o país que pode, não é?
>
> Saudações democráticas,
>
> João Martins
./.
>> Caros MacManiacos,
>> penso que esta questão do aborto pode ser vista doutro prisma que nos levará
>> cada vez mais a defender o não. O aborto pode ter como consequência directa
>> a utilização cada vez menos frequente de anti-concepcionais na medida em que
>> vai fazer com que, em algumas mentes, se monte a questão do "se engravidar
>> posso sempre abortar".
>
> nada poderia estar mais longe da verdade. nos países em que o aborto é legal,
> os dados referem que a maioria das mulheres que abortam, só o fazem um vez. a
> decisão é difícil (ou muito difícil) e a experiência não deixa saudades, para
> dizer o mínimo. o relatório da APF sobre o aborto clandestino em Portugal
> reflecte os memos dados: a maioria das mulheres Portuguesas que abortam só o
> fazem uma vez.
>
>> Já pensaram que isso não só irá aumentar o número de
>> abortos que são feitos levando a que o aborto seja tomado como um acto
>> médico banal e, além do mais, a menor frequência na utilização de
>> preservativo levará a uma maior proliferação de DST's.
>
> baseou-se em quê para chegar a essas conclusões? todos os dados apontam
> precisamente o contrário.
>
>> Acham pouco? Acham
>> que há necessidade de negligenciar ainda mais a saude dos portugueses?
>
> um aborto clandestino não é neglicenciar a saúde das portuguesas?
>
>> Já
>> deu para ver que uma grande parte da nossa população é mal informada e não
>> tem consciência das consequÊncias de falhas no planeamento.
>
> há que informar melhor a população.
>
>> Há necessidade
>> de abrir ainda mais portas para que as pessoas cometam atrocidades como o
>> aborto? Além do mais, estamos num pais onde as consultas de planeamento
>> familiar bem como a distribuiçao de preservativos e pilula sao gratuitas.
>> Assim sendo, para quê despenalizar o aborto?
>
> para o aborto deixar de ser clandestino.
>
>>> Tenho dito
>>
>>> Matilde Teles
>>
> nunca tinha visto um discurso tão paternalista acerca do aborto. ainda
> para mais vindo de uma senhora. juro-lhe que fiquei surpreendido pela
> falta de informação que revela.
>
> pedro joel
----------
19. WIFI .
----------
>> viva
>
>> macusers, qual é o router wi-fi que recomendariam? Quem pode indicar
>> routers sem fios com os quais esteja satisfeito? Quanto mais barato
>> melhor, claro... mas que tenha um alcance simpático para um
>> apartamento e seja seguro. Para usar com Macs, claro.
>> Grazie
>
>> LE
> O linksys que tinha morreu logo depois da garantia acabar.
>Experimentei um Sitecom barato e a coisa correu muito mal com um dos
>windows que se penduram por aqui, embora o meu Mac estivesse
>satisfeito. Fui trocá-lo à Fnac (única razão porque compro lá, não
>estou satisfeito e devolvoS) por um Belkin. Todos estes modem+router.
>O Belkin é uma maravilha, toda a gente satisfeita (5 pax) no 6º, 5º e
>4º andar ;). Acredito que os D-Link também se portem bem.
> Mig-LSD.
./.
>> viva
>
>> macusers, qual é o router wi-fi que recomendariam? Quem pode indicar
>> routers sem fios com os quais esteja satisfeito? Quanto mais barato
>> melhor, claro... mas que tenha um alcance simpático para um
>> apartamento e seja seguro. Para usar com Macs, claro.
>> Grazie
>D-Link DI-624
>ZTX
./.
>> viva
>
>> macusers, qual é o router wi-fi que recomendariam? Quem pode indicar
>> routers sem fios com os quais esteja satisfeito? Quanto mais barato
>> melhor, claro... mas que tenha um alcance simpático para um
>> apartamento e seja seguro. Para usar com Macs, claro.
>> Grazie
>estou finalmente em paz em termos de routers depois de ter comprado
>um Belkin Pre-N.
>Até me esqueço que tenho router.
>Cumps -fmart
-----------
20. VENDO .
-----------
>Se souberes de alguem interessado num Macintosh PowerBook 15" 1,5GHz , 512 ram
>avisa-me nunompfaisca@sapo.pt
>Obrigado.
>Mistinguette (PA)
./.
> OPORTUNIDADE ÚNICA! APROVEITE AGORA E ADQUIRA PARA
> A SUA CASA OU ESCRITÓRIO UMA OBRA DE ARTE EM DA COLECÇÃO
> DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE NOVA YORK!!
>
> A peça oferecida consiste num exemplar 'Apple PowerMac Cube' em
> excelente
> estado com manuais, cds e cabos originais, incluíndo as colunas.
>
> http://www.moma.org/collection/browse_results.php?object_id=82134
>
> Machine Name: Power Mac G4 Cube
> Machine Model: PowerMac5,1
> CPU Type: PowerPC G4 (2.9)
> Number Of CPUs: 1
> CPU Speed: 450 MHz
> L2 Cache (per CPU): 1 MB
> Memory: 768 MB
> Bus Speed: 100 MHz
> Boot ROM Version: 4.1.9f1
> Serial Number: SG0350LWK6A
>
> Mais sériamente, quero trocar o cubo por um mac mini por precisar
> de correr o windows de uma forma mais viável que via VirtualPC
> O disco é de 20G, e incluo na oferta um disco de 60G para quem
> quiser trocar. A unidade óptica é um gravador DVD com suporte
> DVD-RAM e reconhecido por todas as apps da Apple.
>
>
> Aceito ofertas a partir de 400¤.
>
>
> --
> Henrique Gomes
> hmng@mail.pt
Take care, it's a jungle out there!
Pedro Aniceto
DECLINAÇÃO DE RESPONSABILIDADE:
-------------------------------
A declinação de responsabilidade, e mais alguns sábios conselhos relativos
ao funcionamento desta Mailing List, poderão doravante ser consultados em:
http://www.iclub.com.pt/mailinglist_declinacao.php
Está disponível para download em http://homepage.mac.com/aniceto , na secção
Pandora's Box, um ficheiro que agrupa as Questões Frequentemente Colocadas
(FAQ) sobre a forma de funcionamento desta Mailing List.
O arquivo de Mailing Lists poderá ser consultado em
http://www.mailinglistapple.com
Este arquivo é gerido de forma independente da ML, podendo existir alguma
discrepância entre as edições publicadas e as arquivadas. Obrigado pela
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Os seus dados são de extraordinária importância para nós e estão devidamente
protegidos não sendo alvo de qualquer cedência, venda, ou outro tipo de
manipulação que não o do próprio envio da Mailing List.
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The bartender replies, "For you, no charge."
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