Edição n.º 228/2003
13 de Julho de 2003. Distribuída a 2365 subscritores.
Podem também interessar-lhe as seguintes edições:
1. Uma dúvida sobre memória (MEMÓRIA)
2. Problemas com Eudora (EUDORA)
3. Problema com teclado (TECLADO)
4. A Maia o que é de Maia... (ESCLARECIMENTO)
5. CD com protecção anti cópia (ANTI CÓPIA)
6. As que não cabiam noutro lado (RÁPIDAS)
7. Problema com Internet Explorer (EXPLORER)
8. Uma dúvida sobre PDF (PDF)
9. Sobre compras on line (ON LINE)
10. Problema com ficheiros Flash (FLASH)
11. Dúvidas sobre controladores IDE (IDE)
12. Uma questão de assistência (ASSISTÊNCIA)
13. Sobre a execução de ficheiros .exe (.EXE)
14. Com quantos botões se faz um rato? (RATO)
15. Afinal o que é um fotolito? (FOTOLITO)
16. Problema com impressora Epson (EPSON)
17. Controvérsia com benchmarking G5 (G5)
18. Sobre fundamentalismos Apple (FUNDAMENTALISMO)
19. Visibilidade Apple (VISIBILIDADE)
20. Problemas com PowerBook (POWERBOOK)
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1. MEMÓRIA ?
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eu tenho um eMac G4 700 que vem com uma SDRAM PC133 CL3 (ou 3-2-3) de 128
Mb, ao qual gostaria de fazer um upgrad de memória. Na ultima edição da
revista Macguia, vem escrito num artigo que a memória SDRAM CL3 (ou 3-2-3)
são mais lentas que as CL2 (ou 2-2-2). Con tudo isto, gostaria de saber se,
comprando memória SDRAM PC133 CL2 (ou 2-2-2), é compativel com a que já
tenho.
Com os melhores Maccumprimentos.
Vitor Campos
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2. EUDORA ?
----------- No Eudora (5.2), com Jaguar, recebo várias mensagens com a acentuação
ilegível (Ex: (...) planeadas j? h? bastante tempo...). Lembro-me que aqui na
mailinglist alguém deu indicações de como corrigir isto na versão para OS 9.
Do
que me recordo era necessário digitar um "Character code" qualquer. Alguém
sabe
como corrigir este problema na versão do Eudora para OS X?
Obrigado,
José LC FerreiraA versão 6.0 beta do Eudora já resolve esse problema. De qualquer modo cá vai o
código <x-eudora-setting:20116=y>
Cumprimentos,
José Luís Andrade------------
3. TECLADO ?
------------Caros Adoradores da Maçã,
De repente, o meu teclado ficou muuuuito leeeeeennnto.
Tenho um PB G4 667, ligado, em casa, a uma dock station BookEndz.
Até agora tudo corria sobre rodas...
De há umas semanas para cá, tenho de digitar texto (em qualquer app) muito
lentamente senão o diabo das letrinhas desaparecem quais pagamentos
especiais por conta.
Alguma ideia do que provoca esta m£[?]?@¶???
Drella
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4. ESCLARECIMENTO ?
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Pedro,
Embora silencioso e movendo-me mais na outra plataforma, acompanho
regularmente a Mailing List.
Dado que também sou João (Carlos Marques) Maia e visto não ter recentemente
participado na Mailing List, para a (remota) eventualidade de mal entendidos
desnecessários, não considero quaisquer alusões ao nome "João Maia" como a mim
dirigidas.
Abraços
João Carlos Marques Maia
Eu penso que o nosso amigo João Maia tem toda a razão e estive para não
deitar mais lenha no lume mas não me contenho.
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5. ANTI CÓPIA ?
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Que mentalidade inovadora a destes músicos preocupados com os milhões
que poderão não vir a ganhar...
pedro taquelim
Não é verdade que seja um sinal de "esclerose" não aceitar a venda de obras
musicais à "canção".
É, pelo contrário, verdade que uma filosofia de venda de música que não
contempla as diferentes formas de estar na música peca por ter vistas muito
curtas (há quem faça compilações de canções e há quem faça obras musicais
coerentes divididas em várias partes, que podem ser confundidas com
canções).
Se a Apple quer vender a música assim, está no seu direito. Os artistas que
não estiverem dispostos a assistir ao desmembramento do seu corpo de
trabalho têm também o direito de se defender. Se é esse o caso das bandas
supracitadas, não sei, nem me interessa.
Eu, por mim, que faço música para fins específicos (teatro, instalações,
etc.) e não só, não estaria disponível para ser formatado em soundbytes de 4
minutos, para que o mercado lhes pudesse chamar canções. Componho 5 seg.
como componho 1 hora... preocupa-me a integridade do que faço e não há nada
de retrógrado nisso... também deve ser por isso que não espero fazer
dinheiro com CD's ou concertos.
Não intervi na discussão dos direitos autorais proque me pareceu, como bem
disse um dos intervenientes, que se andava a confundir direitos de autor com
direitos de cópia.
Mas atirar com epitáfios destes à malta que não entra no jogo da "canção",
da venda "à peça"... se há coisa que me mete nojo é o jogo do "single" e
gosto de saber que há gente que não está disponível para o jogar on-line.
Desculpem lá o mau feitio.
João M.
?/?
O público seleccionará o que gosta. As cópias ilegais também só são feitas
daquilo que se gosta. Do que não se gosta é irrelevante. Eu fazer uma cópia de
um grupo que não gosto é irrelevante,pois se não o copiar a música também não
a
vou comprar. Está bem, não tenho o direito de a ter, mas também só se for
masoquista é que gasto dinheiro num cd ou ocupo espaço no disco com músicas
que
não gosto. É claro que com o novo iTunes, posso dár-lhes uma estrela e ordenar
a lista por preferência e essa música nunca é tocada....
Continuo a não achar que o problema dos novos autores não é a pirataria ou a
falta de dinheiro. é a qualidade. E isto é desde sempre. Os Beatles não se
lembraram, bateram à porta da EMI e gravaram, primeiro tiveram que demosntrar
que tinham jeito... A Apple Records foi criada com o intuito de apoiar autores
desconhecidos... a maioria deles lançou uma música e desapareceu! O próprio
Paul McCartney investiu tempo e dinheiro na promoção de novos valores. Isto
para não estes terem mais facilidade em gravar que os próprios Beatles. Isto
Foi nos anos sessenta e não havia pirataria, nem cds.
Não questiono gostos. Há muita musica dos tops (quase 99%), que não gosto e
que
não compro. Compro alguns cds, mas só os que gosto. Se fossem mais baratos
comprava mais, é natural. Mas isso também acontece com outras coisas, como
carros computadores. Aceito que as editoras lutem pelos seus direitos, é
legítimo. Não aceito é que digam que não promovem novos autores devido à
pirataria das músicas. Também não acho que se deva aceitar todos os novos
autores. É como no cinema, todos se queixam porque o estado dá pouco apoio ao
cinema português. Façam filmes de qualidade que as pessoas vão vê-los. Os
Madredeus, os Trovante, os GNR, etc, já foram novos autores, e devem ter
lutado
para conseguir gravar. Façam música que o público goste e de certeza que
alguém
olha para eles!
Resumindo, para mim, tudo se resume à qualidade dos artistas. Se eles forem
bons, há espaço para vender, para concertos e até para haver muita gente a
copiar as músicas. Se não forem apreciados, ninguém compra os álbuns (podem
sempre vir incluídas umas músicas em colectâneas com uma ou duas músicas de
qualidade de autores consagrados) mas também ninguém copias as músicas!
Cumprimentos
Álvaro Amorim
http://www.alvaroamorim.cjb.net/ Em primeiro lugar, eu não estou a representar editoras, digo
apenas a minha opinião pessoal.
Penso que está a cometer o erro de ver a questão da popularidade a
preto e branco, como se, para cada caso, ou fosse total ou nula.
Quanto a casos extremos tem razão: músicos com condições para se
tornarem incrivelmente populares poderão viver da música sem
problemas, com ou sem pirataria; os que não agradem a ninguém terão de
mudar de carreira, com ou sem pirataria. Menos claros são os casos
intermédios, pois aí é que perdas por cópias ilegais podem reduzir os
ganhos abaixo do mínimo essencial, obrigando músicos a mudar de
carreira.
Acho que também simplifica quando apresenta como linear a relação
entre qualidade, vendas e capacidade de publicar. Em minha opinião os
Sétima Legião, por exemplo, fizeram música com qualidade, o que não é
o caso, tanto quanto conheço, do Quim Barreiros. Mas não me admiro se
este último tiver vendido mais, por ser malandreco e por ter a lata de
descer ao nível de mínimo denominador comum... Não quer dizer que não
haja público para grupos como os Sétima Legião, que eu sugira que o
estado os sustente. Pretendo apenas dizer que música com qualidade
pode não dar origem a sucessos esmagadores, pode ficar perto da
fronteira entre ser ou não viável, caso em que perda de receitas com a
pirataria pode fazer a balança cair para o lado da inviabilidade. (Não
sei números de vendas dos Sétima Legião nem do Quim Barreiros, estou
meramente a especular, e quem não concorde com os nomes que apresentei
pode substituí-los por outros, pois certamente todos conhecemos casos
de música com qualidade que não teve vendas extraordinárias, e outros
de música duvidosa que teve).
Sendo as editoras empresas privadas não podem gastar o que não
têm. Acabando-se o dinheiro disponível para investimento num ano,
acaba-se a possibilidade de publicar, independentemente da qualidade
dos trabalhos que apareçam, suponho. Naturalmente que os que tenham
condições para ser mais populares poderão ficar para o próximo, mas
não há nenhuma garantia de que nos anos seguintes não apareçam mais
trabalhos vendáveis do que os que o dinheiro permita publicar, que não
haja trabalhos bons a transitar de um para outro, e para outro,
acabando os músicos por ter de mudar de profissão.
De nada adianta dizer que não aceita que falta de dinheiro seja
factor de impedimento de apostas em novos valores, pois as editoras
não podem cobrar impostos nem fazer dinheiro, e também não podem
obrigar produtores, estúdios, fabricas de CDs, empresas de transporte,
etc., a trabalhar de graça. Queira-se ou não, sem dinheiro não podem
trabalhar.
Encontrar novos valores não é uma ciência, muito menos uma exacta.
Não acho estranho que os Beatles tenham feito apostas erradas. Terem
feito boas músicas não me parece uma garantia de que fossem bons a
encontrar novos valores. Não há um padrão que distinga claramente quem
tem talento de quem não tem: há músicos que publicam antes de dar
espectáculos e que daí partem para boas carreiras, outros que não; há
músicos que dão muitos espectáculos antes de publicar e que seguem
boas carreiras, outros que também dão muitos mas que nunca descolam do
limiar da viabilidade, ou que acabam até por ser forçados a abandonar
a música. Tal como os Beatles fizeram apostas erradas, qualquer
editora pode também errar, e por isso apostas em novos valores são
sempre arriscadas. Goste-se ou não dessa realidade, quanto menos
dinheiro as editoras tiverem, menos possibilidades terão de fazer
essas apostas, e mais frequentemente músicos com talento terão de se
dedicar à pesca... Cumprimentos,
Jaime Pinto.?/?
Sr. Jaime Pinto
Por oferecer cópias de uma obra pela internet, ela nunca passará a ser
do dominio público. É um facto que podem fazer tudo com ela:
Interpretá-la, copiá-la, vendêr as cópias, difundi-la, divulga-la,
enfim, estralhaçá-la, mas nunca se poderão apropriar dela (Dizer que a
obra prima lhes pertence). Desde que registada pelo autor em algum lado
(Notário, por exemplo)(Testemunhas também são válidas). Claro, que
qualquer acção sobre essa obra que reverta em lucros ( E sem precisar da
autorização do autor para tomar essa acção) Terá o dever de entregar os
respectivos direitos ao autor, ou poderá ser exegivel pelo autor se a
entidade que lucrou não o fizer voluntáriamente.
Muita gente anda a confundir direitos de autor com direitos de cópia.
Os contratos com uma Editora é apenas uma mera acção de exclusividade.
JuiceBoy
Agradeço mas pode tratar-me apenas por Jaime!
Se uma editora publicar música sua a dita será vendida, nos discos
provavelmente estará o aviso de que a reprodução é proibida, a editora
procurará combater a proliferação de cópias piratas, portanto não
haverá qualquer motivo para se pensar que a sua música tenha passado
ao domínio público. Já se a oferecer na internet, o que necessita de
fazer para que legalmente se reconheça sem margem de dúvida que
oferece apenas o direito de as pessoas ouvirem a música, mas não o de
a tocarem ou apresentarem com fins comerciais? Suponho que ter
registado a sua música não o impede de oferecer ambos os direitos,
portanto como garantir que oferece apenas um?
O argumento que anteriormente usou para aceitar a prática de
cópias ilegais, segundo o qual apenas tocar ao vivo tem valor, poderá
também ser usado para que não lhe paguem, pois poderão dizer-lhe que
ter composto música não tem valor e que dinheiro ganho com isso seria
dinheiro fácil! Cumprimentos,
Jaime Pinto.
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6. RÁPIDAS ?
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ai a arma branca... :)
raqs
Já agora, um daqueles canivetes todos "quitados" da Victorinox (com alicate
e tudo) é considerado uma arma branca? É que eu ando sempre com uma coisa
dessas nas alturas de montagens de espectáculos de teatro e assim... e uma
parte dos técnicos com que trabalho também. Andamos a infringir alguma lei?
É que aquilo dá um jeitaço...
Cumps.
João M.
?/?boa!
um PowerBook 17 auto-transportável!
levita ao lado do seu dono qual amigo fiel de quatro patas... isso é
que era tecnologia...
pode ser que demore algum tempo mas lá chegaremos :)
David Clifford
Se não é para levar debaixo do braço até podia ter as 23" de um Cinema
Display :)
Tiago Silva
?/?
E "designs" à parte eu quero mesmo é q a minha máquina seja uma
"bomba" de
rapidez.
arqs (Raquel Vasconcelos)
Compra uma manivela e continua a sonhar.
:PPP
João Encarnado-------------
7. EXPLORER ?
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Disco rígido/ documents/ Microsoft User Data/ Identities/ Main
Identity/ tá
lá tudo (mensagens, rulels, etc).
Por falar nisso, deixa cá fazer backup...
--
Nuno MCVocês estão MESMO a falar de Explorer??Parece-me mais outlook express, entourage, essas coisas....
Ana Paula Ferreira
?/?
Vocês estão MESMO a falar de Explorer??Sim!
Experimentem ir a um secure site (https) através de um servidor de
internet que obrigue a utilização de proxy. E' o vais. Por isso
utiliza-se o IE (e' o mais compativel com a maioria dos sites) ou
Mozilla (firebird muitissimo mais rapido e compativel com alguns sites).
AAC--------
8. PDF ?
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Olá vizinhaça.
Como é que se faz um PDF a partir de um documento do QuarkExpress?
(uso o passport 4.1, no OS 9.2.2)
Alex Rodrigues.
Tem q ter o Acrobat. Mas n é o Reader. É através do Acrobat Destiller.
Se tiver diga que então tentarei dar uma ajuda.
raqs?/?
Por exemplo usando o Print2PDF, disponível em
http://www.jwwalker.com/pages/pdf.html e também com uma versão em
português traduzida por um bom amigo meu :)
Cumprimentos,
Paulo Nascimento
?/?
Olá vizinhaça.
Como é que se faz um PDF a partir de um documento do QuarkExpress?
(uso o passport 4.1, no OS 9.2.2)
Alex Rodrigues.Faz Print e seleciona como destino "File" (tem de ter uma impressora
postscript ou então o virtual printer da adobe).
O Quark gera um ficheiro Postscript (.PS) e depois joga esse ficheiro
.PS no Acrobat Destiler (depois de configurado para o que se quer que
ele faça, claro), espera-se e pling! um PDF.
Se tiver problemas de fontes não há PDF pra ninguem.
João Encarnado
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9. ON LINE ?
------------Estive a ver a amazon.co.uk e fiquei com algumas dúvidas sobre isto das
compras on-line. A minha questão é: Se comprar um livro por exemplo...já
percebi que tenho de pagar em cima do preço que lá está, portes de envio,
portes de entrega e IVA. Há mais alguma coisa que vá ser cobrada? O facto da
Amazon ser UK tem alguma influência?
Sei que já se falou aqui de portes aduaneiros, mas acho que mesmo assim não
percebi muito bem estes meandros das compras on-line e respectivas
cobranças.
Obrigado pela ajuda
Tiago
P.S: Já agora (aproveitando o tempo de antena), há algum site que recomendem
na onda do amazon, no que toca a música, livros e afins?
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10. FLASH ?
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Eu falo do exemplo de quando vemos um filme no
Explorer e ele não nos permite fazer download.
Como por exemplo os filmes de apresentação do G5 do
site da apple podemos ver mas não podemos sacar.
O Mac OSX cria algum temporario se sim aonde ?Flash Gordon (PA)
Faça um find por .mov e ordene por data, do mais recente para o mais
antigo. Descobrirá logo se faz um ficheiro temporário ou não.
Usava esta técnica com o IE ainda no MacOS 9. É importante não fechar o
browser quando se faz a busca.
Com os melhores cumprimentos,
João Bruno Nunes Correia
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11. IDE ?
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Está reportado que o controldaor IDE do G3 Blue&White gera muitos
problemas
com discos maiores que os originais. A solução, até à pouco minha
conhecida,
era a placa da Miglia, Alchemy ATA 133 PCI, que foi descontinuada.
Existe
como alternativa a Alchemy ATA 133 RAID PCI , mas que, para quem não
está
interessado em RAID, é demasiado cara (268 Euros).
Alguém conhece alternativa razoável?
Obrigado
Daniel DiasExistem problemas de IDE nos G3 B&W??
O meu beige funciona às 1000 maravilhas com um disco de 80GBs.
Segundo me disseram, o G3 Beige tem ATA66.
É verdade?
João Encarnado
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12. ASSISTÊNCIA ?
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Caro amigo já viu alguma assistência de marca que funciona-se a 100%
??? Eu
por acaso não mas se souber diga-me que passo a comprar artigos dessa
marca.
;)
Paulo Machado
Não, nunca vi... mas também não digo que existem, ou digo? Mas pior que
não funcionar a 100%, é quando não se assume o "não-funcionamento a
100%", e então toca a fazer dos outros "ceguinho" (a respeito das
dioptrias).
Os outros utilizadores já disseram o que (também) eu penso, respeitante
a soluções para o problema, e gostei especialmente do exemplo dado
relativamente a automóveis. É só imaginar parar o carro 1 dia por
semana, para que "problemas" sejam solucionados, problemas esses
originários de defeitos de fabrico... Nada agradável, certo? Acontece,
infelizmente, mas há que assumir que as falhas existem.
CO
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13. .EXE ?
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Caro João Lúcio,
Muito obrigado pela sua observação e correcção.
Da próxima vez que vier a intervir num 'subject', vou fazer todos os
possíveis para não ironizar ao ponto de me socorrer de uma 'força de
expressão'...
Já ouviu falar das mesmas, não!?
Atentamente,
JLM
Já, mas quem ler "magine se o executável que o Mac estava prestes a
abrir era um virus para lhe comer a informação toda do seu disco
rígido!?" vai julgar que isso pode mesmo acontecer. Não vale a pena
assustar as pessoas por causa de uma força de expressão?
Cumprimentos,
João Lúcio
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14. RATO ?
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Vá lá. Façam um exame à vossa consciência e uma análise critica aos
produtos
da Apple. Eu prefiro um rato com dois botões e gosto muito da barra
inferior
de programas do Windows. Mas sou um utilizador não profissional que
ainda
não se arrependeu da compra que fez já lá vão 3 anos.
A admiração tem limites, até mesmo para um mac.
Cumprimentos
andréPor mais exames que faça à minha consciencia, estou tão habituado ao
rato de um botao no Mac, que sinceramente não acho falta nenhuma de um
segundo botao.
A maravilhosa barra inferior do windows (que se pode espetar onde
quizermos) é odiosa. Nada como o Application Switcher do OS 9. Tudo ali
arrumadinho num sitio apenas, em vez de ocupar espaço precioso do ecrã
a encher-se de botoes. O meu metodo de trabalho que uso no Mac (OS 9),
não consigo usa-lo no PC. Está a ver a barra do windows com uns 10
botoes? Eu não. Faz-me tanta falta o Application Switcher no X que se o
tivesse e se pudesse mandava a dock à fava (a dock é gira, mas tou
farto dela, ocupa muito espaço e se a meto pequena, preciso de um
microscopio para ver os icons). O OS 8 e o 9 já tinham uma coisa
parecida, o Launcher, do qual não gosto nada e em todos os meus Macs
anda sempre desligado.
E as Popup folders? Há no X? Acho que não.
Eu critico a Apple sim, mas depois olho para um PC com windows e ...
perco a vontade de criticar. O Mac e o Mac OS podem não ser perfeitos,
mas há pior...
João Encarnado
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15. FOTOLITO ?
--------------Já agora, se alguém me poder tirar uma duvida. Aqui vai ela:
É possível fazer os fotolitos a partir de um ficheiro PDF, tendo o
mesmo a indicação das cores e margens?
Penso que a resposta seja sim.
É um processo fácil e que qualquer tipografia, mesmo as mais rascas, o
possam fazer?
Joaquim Narciso
Uma tipografia não sei, porque há tipografias sem equipamento
informatico (creio eu).
Uma gráfica/tipografia que tenha um sistema que suporte In-rip
separations consegue fazer os fotolitos.
Deixe lá as marcas de corte e de acerto dentro do PDF que não fazem mal
a ninguem.
Até ajudam a ver rapidamente qual o formato do trabalho.
É que há designers que embirram em enviar o trabalho A5 dentro de uma
pagina A3 (nem sequer está centrado dentro do A3) com umas miras de
corte que nem sempre estão certas e que obrigam o pessoal que prepara o
trabalho para "entrar" em maquina, a medir o trabalho e a ajusta-lo
dentro de uma página com as dimensões correctas. (já apanhei A4's
dentro de A1's e posters 70x100 em A4...)
João Encarnado
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16. EPSON ?
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Aqui está um template para imprimir com uma Epson 1520, com um
adaptador USB -> Paralelo:
http://www.macitynet.it/macprof/tutorial/gimpprintepson.shtml
O site tá em italiano e pelo que percebi a solução é encontrar o
adaptador certo, no caso indicado foi um Belkin, que apesar se ser,
aparentemente, compatível apenas para PC funcionou neste caso.
Pe. FranciscoTenho a reportar a este propósito o bom desempenho de um cabo adaptador
USB->Paralelo Aten UC-1284B comprado há já largos meses na Libócabos,
que funciona sem necessidade de qualquer driver.
Procurei bastante até encontrar um que fosse compatível OS X. Parece
que a "ficha" paralela precisa conter um microcircuito adaptador
compatível.
Experimentei antes disso um adaptador Lorentz da Vóbis que não
funcionou.
Cumprimentos
Malhadinhas
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17. G5 ?
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Nao e' nada obvio! Depende do objectivo do teste comparativo. Se e'
para ver como o mesmo compilador funciona em diferentes sistemas, entao
usa-se o mesmo compilador nos diferentes sistemas.
Mas neste casa estasse a falar do ponto de vista de rapidez de execucao
de codigo: quao rapido corre um programa num sistema ou no outro.
Assim, acho perfeitamente natural que se utilizem compiladores
diferentes em cada sistema, optimizados para tirarem o maior rendimento
deste.
Outro ponto importante e' o ponto de vista do utilizador. Como serao
compiladas a maior parte das aplicacoes q o utilizador vai correr? E
fazer o teste com elas.
Para terminar, acho esta discussao pouco importante. O G5 e' uma bomba,
e a Apple estava mesmo a precisar de entrar na corrida dos
processadores de novo (e logo com um de 64 bits!).
Paulo TA
O PowerPC G5 é um novo processador, a comparação discutida foi
feita para dar uma ideia do seu valor, não para testar compiladores.
Se os usados tivessem sido diferentes, ficaria a dúvida sobre se
seriam esses ou os processadores a razão da diferença de resultados,
portanto os testes seriam inconclusivos, permaneceríamos sem opinião
sobre o G5. O gcc não será o compilador que gera código mais rápido
para o Pentium 4, mas também não o é para PowerPC, importante é que
usando-se o mesmo para os dois lados a sua influência na diferença de
desempenhos é reduzida ao mínimo, o que significa que o processo
seguido pela Veritest, para a Apple, foi isento. Tendencioso foi o
seguido pelo autor da página crítica, que procurou resultados obtidos
com um compilador mais rápido para o Pentium mas não para o PowerPC,
isso é que é usar dois pesos e duas medidas.
Os testes referidos não dão uma ideia geral do desempenho de um
computador, pois nem testam todas as instruções de cada processador,
nomeadamente as Altivec (Velocity Engine) do PowerPC, nem questões de
arquitectura, como velocidade de acesso à RAM, a periféricos,
possibilidade de congestionamento do BUS, etc., muito menos foram
feitos para avaliar compiladores. Mesmo que a intenção fosse a de se
testar o velocidade do software comum, e não de processadores, e que
para isso fossem preferíveis compiladores mais populares sobre os
menos usados, penso que ainda assim o gcc deveria ser uma melhor
escolha do que o compilador da Intel. Quem fez, e costuma fazer, os
testes para comparação global foi a Apple, esses não os entregou à
Veritest, e para o efeito recorreu a programas comerciais, podendo
assim passar pela mesma experiência que os utilizadores, saltando por
cima de questões relacionadas com compiladores. Cumprimentos,
Jaime Pinto.---------------------
18. FUNDAMENTALISMO ?
---------------------
[...]
Queira-se ou não, a MS é, no ambiente profissional mundial, uma presença de
convívio obrigatório. Mérito deles.
Reporto-me apenas ao seu último parágrafo: não, eu não disse, nem direi, que
não devamos apresentar opiniões que possam desagradar à Microsoft.
O que digo, é que não as devemos expressar (nem essas, nem outras) de forma
primária, mal educada e reveladora dos tais fundamentalismos, como se os
utilizadores Mac de facto tivessem pela MS o maior desprezo, repugnância e
mesmo nojo.
Repare, eu sempre utilizei Mac (claro que, o sempre, é desde que existe) e
adoro as minhas máquinas e seus sistemas.
Mas a Apple tem demorado muito a resolver os problemas de compatibilidade.
Eu uso o Mac para tudo o que posso, das áreas gráficas, à gestão, passando por
quase tudo o resto. Mas tenho muitos problemas.
Desde coisas aparentemente insignificantes, como não conseguir imprimir em
Lasers PS imagens PS inseridas em documentos do Office, a mais complicadas,
como só conseguir fazer ligações https, na empresa, através do Netscape, que
tem a segurança dos proxy configuráveis.
Acedo ao software de gestão da empresa através do Citrix (a correr muito bem
no
OS X)
A maior parte das vezes, para resolver problemas do MS Office, tenho de me
ligar aos servidores PC, por RDC. O VPC em Mac é uma treta (salvo seja; a
coisa
trabalha, e a MS até o comprou), só dá para bricadeiras, nem percebo o que às
vezes vejo nesta ML dito sobre ele.
Consigo de qualquer forma fazer tudo o que preciso, embora muitas vezes com
esforço desnecessário.
Eu sei que nem toda a gente precisa da sofisticação do MS Office, mas o
trabalho a sério, precisa. Ainda tenho a esperança de que não tenha de comprar
um PC para o usar. Eu, por exemplo, já precisei muitas vezes de correr modelos
económico-financeiros, em Excel, de 23 Mb, que a correr demoram cerca de 20
minutos.
Bom, mas acha compreensível que o browser da Apple, que diz já não ser beta
(de
facto, é um beta2) não trabalhe com o Web Companion da Filemaker?
Um abraço
Daniel Dias Que eu saiba o produto fundamental da Filemaker é o que lhe dá
nome e não o servidor para a Web, que suponho ser muito menos usado. O
Safari foi divulgado em Janeiro, não sei se depois disso já houve
alguma actualização do servidor Web, não me espantarei se não tiver
havido, e se o problema desaparecer com a próxima actualização. Também
é possível que o Safari tenha um bug, penso que ninguém alega que ele
seja já o browser perfeito, mas se alguém alegar que o IE, que existe
há muito mais tempo, o é, eu ficarei muito espantado! Já tive
problemas com o Excel para Windows, com documentos da versão anterior
Do próprio programa, que provocavam crashes, e estamos a falar de um
mesmo produto de uma mesma empresa! Parece-me infeliz mas não muito
importante, ou extraordinário, que um servidor para a Web da Filemaker
possa ainda não estar em ordem para funcionar com o Safari.
Diz que a MS tem no mercado profissional, suponho que referindo-se
a software de escritório, uma presença tão grande que o convívio com
os seus produtos é obrigatório, por mérito próprio. A afirmação da MS
nesse mercado coincidiu com a afirmação do Windows. Mais recentemente,
na sequência de um processo apresentado por outras razões, a justiça
considerou que a MS, ao dar mais informação aos seus programadores
sobre o Windows do que a disponibilizada para o exterior fazia
concorrência desleal, e por isso tal prática foi expressamente
proibida pelo acordo feito entre o Departamento de Justiça e a MS.
Repare-se que versões iniciais de Word e Excel para Windows eram
parecidas com programas então muito usados, Word Perfect e Lotus 123,
e tinham *menos* funcionalidades do que esses programas. A minha
conclusão é a de que, para quem considere apenas o lucro, a
possibilidade de se fazer concorrência desleal durante mais de uma
década vale muito, muito mais do que mérito, mesmo que em seguida se
seja obrigado a cumprir a lei por 5 anos, depois de os principais
concorrentes terem sido linchados!
No que toca a compatibilidade a Apple ganha à MS mais de 10 a 0,
porque esta última tem nota abaixo de 0! Macs com leitores de disquete
lêem as de DOS/Windows, mas o Windows não lê as de Mac; o mesmo para
CDs; nunca experimentei mas tenho ideia de que o mesmo se aplica a
discos FAT; Inicialmente a Apple criou protocolos próprios de rede
para fazer uso de hardware muito barato, mas depois da adopção de
ethernet e TCP/IP tem vindo a abraçar protocolos standard, já a MS
criou sobre TCP/IP protocolos proprietários; A Apple aplica-se para
que a sua implementação de Java seja standard, a MS foi obrigada pela
justiça a retirar do mercado uma versão não standard do Java; com o
Mac OS X os Macs podem-se integrar em redes de Windows, e repare-se
que o acordo anteriormente mencionado entre Departamento de Justiça e
MS obriga-a a fornecer dados sobre os protocolos de comunicações que
criou, pois ela antes não o fazia, o que tornava difícil a outras
empresas a criação de produtos compatíveis.
Se culpar a Apple por problemas do MS Office para Mac, aí tem
muito por onde pegar, só que isso não faz sentido, pois quem faz esse
conjunto de programas é a MS. Apontou problemas com o MS Office, e
certamente que esses e muitos outros são em boa parte responsáveis
pelas opiniões negativas que circulam sobre a MS, vindas até de
utilizadores de Windows!
Há uns largos anos atrás a MS apurou que os utilizadores usavam em
média menos de 5% das funcionalidades do Word. Seguindo a sua lógica,
se só quem necessita de toda a sofisticação do Office é que trabalha a
sério, então teremos de concluir que a maioria dos utilizadores de
computador trabalha a brincar!
Há casos de empresas e instituições que distribuem e recolhem
informação importante em formatos da MS, obrigando pessoas a, mesmo
que não o desejem, usar o software da MS? Sim, é verdade, esse é um
dos factores que contribui para que lhe seja fácil manter os seus
monopólios.
Na sua anterior mensagem disse:
[...] Pelo menos na nossa ML, por favor contenham-se, pois tão
redutoras posições em nada nos >favorecem [...] De uma coisa podem
estar certos, é que, sem Office para Mac, o Mac MORRE! >[...] O
Explorer parece que já tem o enterro anunciado! Estão contentes? [...]
Eu se fosse da MS, >também já me tinha cansado de tanta má-língua e de
tanta inconsciência.
Na última mensagem apenas critica a apresentação de opiniões
primárias, mal educadas, e fundamentalistas, sobre este ou outros
temas, critica com a qual eu, e certamente a maioria dos elementos da
lista, estamos de acordo.
Mas o que disse na primeira mensagem foi inteiramente distinto!
Apresentou o fim do Explorer como uma retaliação da MS, por
utilizadores de Mac exprimirem opiniões desagradáveis, lembrou que o
Office poderia seguir o mesmo caminho, disse que a expressão de tais
opiniões é uma inconsciência. Entretanto pode ou não ter mudado de
ideia, acho que só há 3 hipóteses:
- Pensou melhor e verificou que na primeira mensagem se enganou, errar
é humano.
- Não se enganou, a liberdade de expressão está para acabar.
- Não se enganou, a liberdade de expressão já acabou, é perigoso e uma
inconsciência a apresentação de opiniões negativas sobre a MS, temos
de nos conter.>
Todos sabemos ler, é inútil dizer que não escreveu o que escreveu,
ou reformular o texto para que pareça que apenas criticou má educação,
ou o abuso do uso de cifrões. Se nos quer realmente transmitir um
aviso não perca a coragem, assuma-o, diga-nos, em sua opinião, qual
das hipóteses é a verdadeira. Cumprimentos,
Jaime Pinto.------------------
19. VISIBILIDADE ?
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Cortesia God Allmighty
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20. POWERBOOK ?
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Hoje estou triste.
O meu PB G4 867 comprado em final de janeiro 2003, apesar de ter uma
pequena esponja a proteger o ecrã do teclado, notei que já tem as
teclas marcadas. Já tinha notado isto num pismo, mas como era em 2ª mão
pensei que era o tratamento dado pelo dono anterior. Agora, que fazer?
Ficar com ele assim ou ir reclamar e ficar uma data de meses sem
ferramenta de trabalho e daí a uns meses irá ficar igual? Isto, pq deve
ser um problema comum (2 portáteis o mesmo defeito) que apesar de não
ser engenheiro é de fácil resolução (deixar um pouco de espaço entre o
teclado e o monitor), tipo veículo TT em vez de F1 que às vezes raspa
no alcatrão.
É ou não comum este problema? É ou não problema para reclamar/exercer a
garantia? Se tiver que ir (o computador pq se fosse eu não havia
problema) para holanda qt tempo fico sem uma das ferramentas de
trabalho?É que não posso ficar sem computador durante muito tempo, não
(só) por vício mas por ser ferramenta de trabalho. Só para nas férias
em vez de trabalhar 5 dias/semana passa a trabalhar 1 dia/semana.
Aceitam-se sugestões/comentários, inclusivamente dos gestores de
produtos apple, que integrem esta lista.AAC
Armando, experimente limpar o TFT com um pano macio ligeiramente humedecido.
As marcas, se recentes desaparecerão. Protejam SEMPRE o espaço entre o TFT e
o teclado com uma folha de papel. Fiz um teste em tempos colocando pó de
talco na superfície de uma ou duas teclas para "tirar a limpo" se o teclado
tocava ou não na superfície do ecran. Não toca, o que me leva a crer que é
durante o transporte da máquina que isso sucede. As máquinas estão cada vez
mais finas e sujeitas a torções. As marcas não deveriam suceder, mas de
facto sucedem...
Take care, it's a jungle out there!
Pedro Aniceto
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é a Biblioteca Nacional!)
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Pedro M.S.Aniceto
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